2010–2019
Raízes e Ramos
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Pouco antes de morrer de câncer, em 1981, o controverso escritor William Saroyan disse à imprensa: “Todos têm que morrer, mas sempre acreditei que uma exceção seria feita no meu caso. E agora?”1

O “e agora” diante da morte nesta vida e o “e agora” na contemplação da vida após a morte estão no âmago das dúvidas da alma às quais o evangelho de Jesus Cristo responde magnificamente no plano de felicidade estabelecido pelo Pai.

Nesta vida rimos, choramos, trabalhamos, brincamos, vivemos e depois morremos. Jó fez esta sucinta pergunta: “Morrendo o homem, porventura tornará a viver?”2 A resposta é um retumbante “Sim”, graças ao Sacrifício Expiatório do Salvador. Parte do variado preâmbulo de Jó a essa pergunta é bem interessante: “O homem, nascido da mulher, é de poucos dias (…). Sai como a flor, e murcha. (…) Há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos (…) e dará ramos como uma planta”.3

O plano de nosso Pai tem a ver com a família. Muitas de nossas escrituras mais tocantes usam o conceito da árvore com suas raízes e os ramos como analogia.

No último capítulo do Velho Testamento, Malaquias descreve vividamente a Segunda Vinda do Salvador usando essa analogia. Referindo-se aos orgulhosos e iníquos, ele declara que eles serão queimados como palha e que “lhes não deixará nem raiz nem ramo”.4 Malaquias encerra esse capítulo com esta promessa consoladora do Senhor:

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor;

E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição”.5

Na aurora da Restauração, Morôni voltou a salientar essa mensagem em suas primeiras instruções ao jovem Joseph Smith, em 1823.6

Tanto cristãos quanto judeus do mundo todo aceitam o relato do Velho Testamento a respeito de Elias, o profeta.7 Ele foi o último profeta a ter o poder selador do Sacerdócio de Melquisedeque antes da época de Jesus Cristo.8

Elias, o Profeta, Restaura as Chaves

O retorno de Elias, o profeta, ocorreu no Templo de Kirtland, em 3 de abril de 1836. Ele declarou que estava cumprindo a promessa de Malaquias. Concedeu as chaves do sacerdócio para selamento das famílias nesta dispensação.9 A missão de Elias, o profeta, é facilitada pelo que às vezes chamamos de o espírito de Elias que, tal como ensinou o Élder Russell M. Nelson, é “uma manifestação do Espírito Santo que presta testemunho da natureza divina da família”.10

O Salvador foi enfático a respeito da necessidade do batismo. Ele ensinou: “Aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus”. 11 O próprio Salvador foi pessoalmente batizado para dar o exemplo. E quanto aos mortos que não foram batizados?

A Doutrina do Trabalho do Templo e da História da Família

Em 11 de outubro de 1840, em Nauvoo, Vilate Kimball escreveu uma carta a seu marido, o Élder Heber C. Kimball, que junto com outros membros dos Doze servia missão na Grã-Bretanha. A conferência geral de outubro havia sido realizada poucos dias antes.

Vou citar trechos da carta pessoal de Vilate: “Tivemos a maior e mais interessante conferência que já houve desde que a Igreja foi organizada. (…) O Presidente [Joseph] Smith explicou um assunto novo e glorioso, (…) que é o de sermos batizados em favor dos mortos. Paulo fala disso em I Coríntios, capítulo 15, versículo 29. Joseph recebeu uma explicação mais completa disso por revelação. Ele disse que os [membros] desta Igreja têm o privilégio de serem batizados em favor de todos os seus parentes que faleceram antes deste evangelho ser trazido à luz. (…) Ao fazermos isso, tornamo-nos agentes deles e lhes damos o privilégio de levantarem-se na primeira ressurreição. Ele disse que a eles será pregado o evangelho na prisão”.

Vilate acrescentou: “Quero fazer o batismo por minha mãe. (…) Acaso não é esta uma doutrina gloriosa?”12

A doutrina essencial da união da família foi dada linha sobre linha, preceito sobre preceito. As ordenanças vicárias são o ponto central da união eterna da família, conectando as raízes aos ramos.

A doutrina da família no tocante à história da família e ao trabalho do templo é clara: O Senhor, nas primeiras instruções da revelação, referiu-Se ao “batismo por vossos mortos”.13 Nossa obrigação doutrinária é para com os nossos próprios antepassados. Isso porque a organização celestial do céu se baseia na família.14 A Primeira Presidência incentivou os membros da Igreja, principalmente os jovens e os jovens adultos solteiros, a dar ênfase ao trabalho de história da família e de ordenanças por seus próprios nomes de familiares ou por nomes de antepassados dos membros de sua ala e estaca.15 Precisamos conectar-nos tanto a nossas raízes quanto a nossos ramos. O conceito de que estaremos unidos por um vínculo na esfera eterna é realmente glorioso.

Templos

Wilford Woodruff declarou que o Profeta Joseph Smith viveu o suficiente para estabelecer o alicerce do trabalho do templo. “Na última vez em que ele, Joseph Smith, se encontrou com o Quórum dos Doze, havia-lhes ministrado suas investiduras.”16

Depois do martírio do Profeta, os santos concluíram o Templo de Nauvoo, e o poder de selamento foi usado para abençoar milhares de membros fiéis antes do êxodo para as montanhas do Oeste. Trinta anos depois, quando o Templo de St. George foi concluído, o Presidente Brigham Young ressaltou a importância eterna do fato de que as ordenanças de salvação estavam finalmente ao alcance tanto dos vivos quanto dos mortos.17

Isso é declarado de modo bem singelo pelo Presidente Wilford Woodruff: “Há pouquíssimos princípios revelados pelo Senhor nos quais me deleito mais do que a redenção dos mortos; o fato de que teremos nosso pai, mãe, esposa e filhos a nosso lado na organização familiar, na manhã da primeira ressurreição e no reino celeste. Esses são princípios grandiosos. Valem qualquer sacrifício”.18

Que época excelente é esta na qual vivemos! Esta é a última dispensação, e podemos sentir o aceleramento do trabalho de salvação em todas as áreas que envolvem uma ordenança de salvação.19 Temos agora templos no mundo todo para prover essas ordenanças de salvação. A frequência ao templo para ter renovação espiritual, paz, segurança e orientação em nossa vida também é uma grande bênção.20

Menos de um ano depois de o Presidente Thomas S. Monson ter sido chamado como apóstolo, ele dedicou a Biblioteca Genealógica do Templo de Los Angeles. Ele falou dos antepassados falecidos “que aguardam o dia em que faremos a pesquisa necessária para abrir o caminho (…) [e] em que também iremos à casa de Deus realizar esse trabalho (…) que eles (…) não podem realizar”.21

Quando o então Élder Monson proferiu essas palavras dedicatórias em 20 de junho de 1964, havia apenas 12 templos em funcionamento. Durante o período em que o Presidente Monson vem servindo nos conselhos seniores da Igreja, 130 de nossos 142 templos em funcionamento tiveram sua dedicação inicial. É simplesmente um milagre ver o aceleramento do trabalho de salvação em nossos dias. Mais 28 templos foram anunciados e se encontram em vários estágios de construção. Oitenta e cinco por cento dos membros da Igreja residem atualmente num raio de 320 quilômetros de um templo.

Tecnologia de História da Família

A tecnologia da história da família também avançou drasticamente. O Presidente Howard W. Hunter declarou em novembro de 1994: “Começamos a usar a tecnologia da informação para acelerar o sagrado trabalho de prover ordenanças para os mortos. O papel da tecnologia (…) foi acelerado pelo próprio Senhor. (…) Contudo, estamos apenas no início do que podemos fazer com essas ferramentas”.22

Nos 19 anos que se passaram desde aquela declaração profética, a evolução da tecnologia foi quase inacreditável. Uma mãe de 36 anos com filhos pequenos recentemente exclamou para mim: “Imagine só: passamos das leitoras de microfilmes dos centros especializados de história da família para a mesa da minha cozinha, fazendo história da família num computador depois que meus filhos finalmente vão dormir”. Irmãos e irmãs, os centros de história da família agora ficam dentro de casa.

O trabalho do templo e da história da família não se refere somente a nós. Pensem naqueles que estão do outro lado do véu aguardando as ordenanças de salvação que os libertarão do cativeiro da prisão espiritual. Define-se prisão como “estado de confinamento ou cativeiro”.23 Os que se encontram em cativeiro podem estar fazendo a pergunta de William Saroyan: “E agora?”

Uma irmã fiel compartilhou uma experiência espiritual que teve no Templo de Salt Lake. Enquanto estava na sala de confirmação, após uma ordenança de confirmação vicária ter sido proferida, ela ouviu: “E o prisioneiro será agora libertado!” Ela sentiu um grande senso de urgência por aqueles que aguardam seu trabalho batismal e de confirmação. Ao voltar para casa, pesquisou as escrituras procurando a frase que tinha ouvido. Encontrou a declaração de Joseph Smith na seção 128 de Doutrina e Convênios: “Regozije-se vosso coração e muito se alegre. Prorrompa a terra em canto. Entoem os mortos hinos de eterno louvor ao Rei Emanuel, que estabeleceu, antes da fundação do mundo, aquilo que nos permitiria redimi-los de sua prisão; pois os prisioneiros serão libertados”.24

Irmãos e irmãs, o que precisamos fazer? O conselho do Profeta Joseph foi o de que apresentemos no templo “os registros de nossos mortos, que [sejam dignos] de toda aceitação”.25

A liderança da Igreja conclamou a nova geração a liderar o caminho no uso da tecnologia para vivenciar o espírito de Elias, pesquisar seus antepassados e realizar as ordenanças do templo para eles.26 Grande parte do pesado trabalho de acelerar o trabalho de salvação tanto para os vivos quanto para os mortos será feito por vocês, jovens.27

Se os jovens de cada ala não apenas forem ao templo e fizerem batismos pelos mortos, mas também trabalharem com sua família e com outros membros da ala para fornecer nomes de familiares para o trabalho de ordenanças que realizam, tanto eles quanto a Igreja serão grandemente abençoados. Não subestimem a influência que os falecidos podem ter para auxiliar seu empenho e a alegria de encontrar-se no final com as pessoas a quem vocês prestaram serviço. A bênção de importância eterna de unir sua própria família está quase além da sua compreensão.28

Dentre os membros da Igreja no mundo todo, 51% dos adultos não têm atualmente o pai e a mãe na seção Árvore Familiar do site FamilySearch da Igreja na Internet. Sessenta e cinco por cento dos adultos não têm os quatro avós cadastrados.29 Lembrem-se: sem nossas raízes e nossos ramos não podemos ser salvos. Os membros da Igreja precisam obter e enviar essas informações de vital importância.

Por fim, temos a doutrina, os templos e a tecnologia para que as famílias realizem esse glorioso trabalho de salvação. Sugiro um modo pelo qual isso pode ser feito. As famílias poderiam realizar uma “Reunião da Árvore Familiar”. Isso deve ser algo realizado várias vezes. Todos devem trazer as histórias da família, os relatos e as fotos que tiverem, inclusive objetos e pertences preciosos de avós e pais. Nossos jovens ficam entusiasmados em conhecer a vida dos familiares — de onde vieram e como viveram. Muitos voltaram o coração aos pais. Eles adoram as histórias e as fotos e têm conhecimento tecnológico para escanear e enviar essas histórias e fotos para a Árvore Familiar e conectar documentos originais a antepassados a fim de preservar essas coisas para sempre. Evidentemente, o objetivo principal é determinar quais ordenanças ainda precisam ser feitas e fazer designações do trabalho essencial do templo. O livreto Minha Família pode ser utilizado para ajudar a registrar informações, histórias e fotos da família que podem ser enviadas para a Árvore Familiar.

O comprometimento e a expectativa da família devem estar no topo de nossas prioridades para proteger nosso destino divino. Para aqueles que procuram um uso mais proveitoso do Dia do Senhor para a família como um todo, o aceleramento desse trabalho é um terreno fértil. Uma mãe conta, radiante, que seu filho de 17 anos liga o computador depois da Igreja, nos domingos, para fazer o trabalho de história da família e que seu filho de 10 anos adora ouvir as histórias e ver as fotografias de seus antepassados. Isso tem abençoado toda a sua família, fazendo-os sentir o espírito de Elias. Nossas preciosas raízes e nossos ramos precisam ser nutridos.

Jesus Cristo deu a vida em Expiação vicária. Ele solucionou a dúvida final levantada por Jó. Venceu a morte para toda a humanidade, algo que não poderíamos fazer por nós mesmos. Podemos, porém, realizar ordenanças vicárias e realmente nos tornar salvadores no Monte Sião30 para nossa própria família, a fim de que nós junto com eles possamos ser exaltados e também salvos.

Presto testemunho do Sacrifício Expiatório do Salvador e da certeza do plano do Pai para nós e para nossa família. Em nome de Jesus Cristo. Amém.

Notas

  1. William Saroyan, em Henry Allen, “Raging against Aging”, Wall Street Journal, 31 de dezembro de 2011, 1º de janeiro de 2012, C9.

  2. Jó 14:14.

  3. Jó 14:1, 2, 7, 9.

  4. Malaquias 4:1. Recentemente, vários artigos reportaram que um número significativamente crescente de pessoas decide não ter filhos para melhorar seu padrão de vida (ver Abby Ellin, “The Childless Plan for Their Fading Days”, New York Times, 15 de fevereiro de 2014, B4). A população de muitos países está decrescendo como resultado dessas escolhas individuais. Isso às vezes é chamado de “Inverno Demográfico” (ver The New Economic Reality: Demographic Winter [documentário], byutv.org/shows).

  5. Malaquias 4:5–6.

  6. Ver History of the Church, vol. 1, p. 12; Doutrina e Convênios 2.

  7. Os judeus esperam a volta de Elias, o profeta, há 2.400 anos. Até hoje, na Páscoa Judaica ou nos jantares anuais, eles colocam um prato para ele ou vão até a porta esperando que ele chegue para anunciar a vinda do Messias.

  8. Ver Guia para Estudo das Escrituras: “Elias, o profeta”.

  9. Ver Doutrina e Convênios 110:14–16; ver também Doutrina e Convênios 2:2.

  10. Russell M. Nelson, “Uma Nova Colheita”, A Liahona, julho de 1998, p. 37.

  11. João 3:5.

  12. Vilate M. Kimball para Heber C. Kimball, 11 de outubro de 1840, cartas de Vilate M. Kimball, Biblioteca de História da Igreja, ortografia e uso de maiúscula padronizados.

  13. Doutrina e Convênios 127:5; grifo do autor.

  14. Ver Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph Fielding Smith, 2013, pp. 70–71.

  15. Ver carta da Primeira Presidência, 8 de outubro de 2012.

  16. Ver The Discourses of Wilford Woodruff, comp. G. Homer Durham, 1946, p. 147.

  17. Brigham Young declarou: “Tudo o que quero é ver este povo devotar seus recursos e interesses para edificar o reino de Deus, erigindo templos e oficiando neles para vivos e mortos (…) para que possam ser filhos e filhas coroados do Todo-Poderoso” (Deseret News, 6 de setembro de 1876, p. 498). Os batismos pelos mortos tiveram início em 9 de janeiro de 1877, e as investiduras pelos mortos foram realizadas dois dias depois. A alegria disso foi expressa por Lucy B. Young, que disse que “seu coração transbordava com a expectativa de ser recebida por [seus parentes falecidos] de braços abertos, como todos serão por aqueles que não podem realizar o trabalho por eles mesmos” (Richard E. Bennett, “‘Which is the Wisest Course?’ The Transformation in Mormon Temple Consciousness, 1870–1898” , BYU Sudies Quarterly, vol. 52, nº 2, 2013, p. 22).

  18. Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Wilford Woodruff, 2004, p. 197.

  19. O Presidente Wilford Woodruff — que é conhecido como um dos maiores missionários de todos os tempos para os vivos —, falando a respeito do trabalho para os mortos, disse: “Considero essa parte de nosso ministério uma missão tão importante quanto a de pregar aos vivos; os mortos ouvirão a voz dos servos de Deus no mundo espiritual, mas não poderão ressurgir na manhã da primeira ressurreição a menos que sejam realizadas certas ordenanças por eles. (…)” Ele também disse: “Para salvar um homem morto (…) são necessários os mesmos passos que para salvar um homem vivo” (Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Wilford Woodruff, p. 192).

  20. O Presidente Howard W. Hunter convidou os membros da Igreja a irem ao templo com frequência “pela bênção pessoal da adoração no templo, pela santidade e segurança oferecidas entre aquelas paredes sagradas e consagradas. (…) Ele é santo para o Senhor. Deve ser santo para nós” (“O Grande Símbolo de Nossa Condição de Membros da Igreja”, A Liahona, novembro de 1994, p. 2).

  21. “Messages of Inspiration from President Thomas S. Monson, Church News, 29 de dezembro de 2013, p. 2.

  22. Howard W. Hunter, “We Have a Work to Do”, Ensign, março de 1995, p. 65.

  23. Merriam-Webster’s Collegiate Dictionary, 11ª ed., 2003, “prison”.

  24. Doutrina e Convênios 128:22; ver também Doutrina e Convênios 138:42. “Antes da fundação do mundo, o Senhor ordenou algo que permitiria que os espíritos [em prisão] fossem redimidos” (GEE, “Inferno”).

  25. Doutrina e Convênios 128:24.

  26. Ver carta da Primeira Presidência, 8 de outubro de 2012; ver também David A. Bednar, “O Coração dos Filhos Voltar-se-á”, A Liahona, novembro de 2011, p. 24; R. Scott Lloyd, “Find Our Cousins”: Apostle [Neil L. Andersen] Counsels LDS Youth at RootsTech Conference”, Church News, 16 de fevereiro de 2014, pp. 8–9.

  27. Um estudo recente mostrou que uma coisa importante para esta geração é ter uma vida significativa na qual “ofereçam de si e se orientem para um propósito maior” (Emily Esfahani Smith e Jennifer L. Aaker, “Millennial Searchers”, New York Times Sunday Review, 1º de dezembro de 2013, p. 6).

  28. Ver Howard W. Hunter, “Um Povo Motivado pelo Templo”, A Liahona, maio de 1995, p. 2.

  29. Dados estatísticos fornecidos pelo Departamento de História da Família.

  30. Ver Obadias 1:21.