“Manter o dinheiro da empresa e o pessoal separados: Meu Alicerce: Solucionar problemas”, Iniciar e Melhorar Meu Negócio — Autossuficiência , 2017
Por que o Pai Celestial permite que tenhamos problemas e dificuldades?
“Um caminhão maior?”, disponível no site srs.LDS.org/videos. (O vídeo não está disponível? Leia a transcrição no final desta seção.)
2:3
Qual é o verdadeiro problema nessa história? Que opções os dois homens tinham?
Doutrina e Convênios 9:7–9 e a citação do élder Robert D. Hales.
Passo 1: Individualmente, leia o modelo de resolução de problemas no quadro a seguir.
Passo 2: Escolha um problema que você está enfrentando e o descreva a seguir.
Criar uma observação
Passo 3: Reserve tempo durante a semana para aplicar ao seu problema cada um dos passos do modelo de resolução de problemas. Escreva suas respostas no espaço a seguir.
(1) Identificar:
Criar uma observação
(2) Estudar as opções:
Criar uma observação
(3) Decidir e agir:
Criar uma observação
1 Néfi 17:51 e 1 Néfi 18:2–3.
Como Néfi conseguiu construir um navio?
Comprometa-se a realizar as seguintes atividades durante a semana.
Aja de acordo com os passos debatidos na atividade para começar a solucionar seu problema. Lembre-se de não desistir. Leva tempo para solucionar problemas e fazer mudanças.
Compartilhe com sua família ou seus amigos o que aprendeu sobre solucionar problemas.
Se você não puder ver o vídeo, escolha uma pessoa do grupo para ler este roteiro.
Élder Dallin H. Oaks : Dois homens fizeram uma sociedade e montaram uma pequena barraca à beira de uma estrada movimentada. Compraram um caminhão e foram até uma fazenda, onde carregaram o caminhão com melões, pagando um dólar por melão. Dirigiram o caminhão carregado de volta para a barraquinha, onde venderam os melões a um dólar cada.
Voltaram para a fazenda e compraram outro carregamento de melões, pagando um dólar cada um. Transportaram-nas até a estrada e novamente os venderam por um dólar cada. Ao se dirigirem de volta para a fazenda para comprar uma nova carga, um dos sócios disse ao outro: “Não estamos ganhando muito com este negócio, estamos?”
“Não, não estamos”, respondeu o outro.
“Será que precisamos de um caminhão maior?”
(“Enfoque e prioridades”, A Liahona , julho de 2001, p. 99)