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Restauração do Evangelho

Quando Jesus Cristo esteve na Terra, Ele estabeleceu a Sua Igreja entre Seus seguidores. Após Sua Crucificação e a morte de Seus Apóstolos, a plenitude do evangelho foi retirada da Terra por causa da apostasia generalizada. (Ver “Apostasia”, páginas 16–17.) Muitos homens e mulheres procuraram a plenitude da verdade do evangelho durante os séculos da Grande Apostasia, mas não puderam encontrá-la. Embora muitos pregassem com sinceridade sobre o Salvador e Seus ensinamentos, ninguém possuía a plenitude da verdade ou a autoridade do sacerdócio de Deus.

A Grande Apostasia foi um período de trevas espirituais, mas agora vivemos numa época em que podemos partilhar da “luz do evangelho da glória de Cristo”. (II Coríntios 4:4; ver também D&C 45:28.) A plenitude do evangelho foi restaurada e a verdadeira Igreja de Jesus Cristo está na Terra novamente. Nenhuma outra organização pode comparar-se a ela. Ela não é resultado de uma reforma, na qual homens e mulheres bem-intencionados fazem tudo que está ao seu alcance para implementar mudanças. Ela é a restauração da Igreja estabelecida por Jesus Cristo. É a obra do Pai Celestial e de Seu Filho Amado.

Como membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, você pode receber bênçãos que estiveram ausentes da Terra por cerca de 2.000 anos. Por meio das ordenanças do batismo e da confirmação, você pode receber a remissão de seus pecados e gozar da companhia constante do Espírito Santo. Pode viver o evangelho em sua plenitude e simplicidade. Pode obter uma compreensão da natureza da Trindade, da Expiação de Jesus Cristo, do propósito da vida na Terra, assim como da realidade da vida após a morte. Você tem o privilégio de ser guiado por profetas vivos que ensinam a vontade de Deus hoje. As ordenanças do templo o habilitam a receber direcionamento e paz, a preparar-se para a vida eterna, ser selado à sua família para a eternidade e ainda a fazer ordenanças sagradas para seus antepassados.

Eventos da Restauração

O esboço que segue é um resumo de alguns dos importantes eventos da restauração do evangelho e do estabelecimento de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a qual o Senhor declarou ser “a única igreja verdadeira e viva na face de toda a Terra”. (D&C 1:30)

Início da primavera de 1820. Procurando a verdadeira Igreja de Jesus Cristo, o jovem Joseph Smith, de 14 anos, orou em um bosque próximo de sua casa em Palmyra, Nova Iorque. Em resposta à sua humilde oração, o Pai Celestial e Jesus Cristo o visitaram e lhe disseram que ele não deveria unir-se a nenhuma das igrejas existentes na Terra naquela época. (Ver Joseph Smith—História 1:11-19.) Na Igreja, referimo-nos a essa experiência como a Primeira Visão de Joseph Smith.

21–22 de setembro de 1823. Joseph Smith recebeu a visita de um anjo chamado Morôni que profetizou sobre eventos futuros e falou a Joseph sobre o registro do Livro de Mórmon, escrito sobre placas de ouro. O anjo permitiu a Joseph ver as placas de ouro, que estavam enterradas no monte Cumora, ali perto. (Ver Joseph Smith—História 1:27–53.)

22 de setembro de 1827. Joseph Smith recebeu as placas de ouro de Morôni no monte Cumora após ter-se encontrado com Morôni a cada 22 de setembro dos quatro anos anteriores. (Ver Joseph Smith—História 1:53, 59.)

15 de maio de 1829. Tendo lido a respeito do batismo para a remissão de pecados ao trabalhar na tradução das placas de ouro, Joseph Smith e seu escriba, Oliver Cowdery, foram a uma área erma para inquirir ao Senhor em relação ao assunto. Ali, à margem do rio Susquehanna, próximo a Harmony, Pensilvânia, eles receberam a resposta à sua oração. João Batista, um ser ressurreto, veio a eles “como mensageiro do céu (…) em uma nuvem de luz”. O mensageiro conferiu-lhes o Sacerdócio Aarônico. Em seguida, em obediência às instruções de João Batista, Joseph Smith batizou Oliver e Oliver batizou Joseph Smith e um ordenou ao outro ao Sacerdócio Aarônico. (Ver Joseph Smith—História 1:68–72; ver também D&C 13.)

Maio de 1829. Os Apóstolos da antigüidade, Pedro, Tiago e João, conferiram o Sacerdócio de Melquisedeque a Joseph Smith e Oliver Cowdery. (Ver D&C 128:20.)

Junho de 1829. Guiado “pelo dom e poder de Deus”. (D&C 135:3), o Profeta Joseph Smith completou a tradução do Livro de Mórmon.

26 de março de 1830. As primeiras cópias impressas do Livro de Mórmon foram publicadas em Palmyra, Nova Iorque.

6 de abril de 1830. A Igreja foi organizada no distrito Fayette, Nova Iorque, começando com seis membros.

27 de março de 1836. Dedicação do Templo de Kirtland, o primeiro templo construído nesta dispensação. O Profeta Joseph Smith ofereceu a oração dedicatória que lhe tinha sido dada por revelação. (Ver D&C 109.)

3 de abril de 1836. O Salvador apareceu a Joseph Smith e Oliver Cowdery no Templo de Kirtland. Moisés, Elias e Elias, o profeta, também apareceram e concederam as chaves do sacerdócio a Joseph e Oliver. Elias, o profeta trouxe as chaves do poder selador que torna possível selar as famílias por toda a eternidade. (Ver D&C 110.)

O Destino da Igreja

O profeta do Velho Testamento Daniel profetizou que Deus levantaria um reino que nunca seria “destruído” e que “[subsistiria] para sempre”. (Daniel 2:44) Ao fazer essa profecia, ele falava de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o reino de Deus na Terra hoje. Desde o dia de sua organização, com seis membros, a Igreja tem crescido e florescido e continuará a progredir até que tenha enchido “toda a terra”. (Daniel 2:35; ver também D&C 65:2.) Centenas de milhares de pessoas são batizadas a cada ano. O Livro de Mórmon está sendo traduzido em muitos idiomas. Templos estão sendo construídos em todo o mundo. Tendo Jesus Cristo como o cabeça da Igreja, os profetas vivos conduzirão o progresso da Igreja até que a Terra esteja preparada para a Segunda Vinda do Salvador.

O Profeta Joseph Smith falou a respeito das bênçãos da Restauração. “Agora, o que ouvimos no evangelho que recebemos? Uma voz de alegria! Uma voz de misericórdia do céu; e uma voz de verdade saindo da Terra; alegres novas para os mortos; uma voz de alegria para os vivos e os mortos; boas novas de grande alegria”. (D&C 128:19)