1º a 7 de maio.
Gênesis 6–11; Moisés 8
Viver em Retidão em um Mundo Iníquo
Inicie lendo e ponderando Gênesis 6–11 e Moisés 8 e anote suas impressões espirituais. Isso vai ajudá-lo a saber em quais princípios deve se concentrar ao ensinar. O esboço desta semana em Vem, e Segue-Me para estudo pessoal e familiar pode melhorar seu estudo.
Aperfeiçoar o Ensino
Fazer perguntas eficazes. Boas perguntas levam tempo para serem respondidas. Elas exigem ponderação, pesquisa e inspiração. O tempo que você leva esperando respostas para uma pergunta é um tempo sagrado de ponderação. Evite a tentação de encerrar esse tempo muito rápido respondendo sua própria pergunta ou continuando a lição. (Ver Ensinar à Maneira do Salvador, p. 31–34.)
Convidar a Participação de Todos
Um de seus objetivos como professor deve ser de incentivar os alunos a aprender com as escrituras, tanto individualmente quanto em família. Aqui está uma maneira de convidá-los a compartilhar o que estão aprendendo: Escreva no quadro alguns dos temas principais da leitura desta semana (para ideias, ver Vem, e Segue-Me para estudo pessoal e familiar). Peça aos alunos que façam uma lista de versículos de Gênesis 6–11 e Moisés 8 que ensinam sobre esses temas. Leiam esses versículos juntos e debatam o que eles ensinam.
Ensinar a Doutrina
O relato de Noé contém verdades que se aplicam a nós hoje em dia.
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Antes de os alunos encontrarem as verdades doutrinárias no relato da arca de Noé, eles precisam saber o que aconteceu. Alguns alunos podem estar familiarizados com o relato, mas não conhecem os detalhes. Conhecer esses detalhes pode ajudá-los — especialmente os jovens — a visualizar melhor os eventos encontrados nas escrituras. Como você pode ajudá-los? Os alunos podem criar uma lista dos eventos mais importantes na ordem em que ocorrem na história. Por exemplo, alguns alunos podem fazer uma lista de eventos em Gênesis 6, outros podem usar Gênesis 7 e outros podem usar Gênesis 8. Você também pode preparar uma atividade em que os alunos respondem a perguntas sobre Noé e a arca. Os alunos talvez queiram formular suas próprias perguntas. Ou os alunos podem fazer uma lista dos fatos que sabem sobre a história e procurar nas escrituras versículos que confirmem esses fatos.
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O relato de Noé e a arca é mais do que apenas uma história. Contém mensagens que nos ajudam a viver o evangelho em nossos dias — tal como a importância de seguir o profeta. Em que mensagens os alunos podem pensar? (Você pode compartilhar a declaração do Presidente Thomas S. Monson encontrada em “Recursos Adicionais”). Os alunos talvez possam criar um pôster motivacional com uma lição que aprenderam com Noé e a arca. Alguns exemplos podem incluir: “Não dê ouvidos a críticos” ou “Prepare-se para tempos difíceis”. Incentive os alunos a serem criativos.
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Algumas pessoas consideram o Dilúvio um ato de vingança de um Deus irado. Como o dilúvio pode ser considerado uma expressão de justiça e amor de Deus? (Ver também a declaração do Presidente John Taylor em “Recursos Adicionais”).
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Para enfatizar que a proteção espiritual vem por meio de seguir o profeta, peça aos alunos que compartilhem exemplos de conselhos dos profetas e apóstolos que nos protegem do perigo espiritual.
Gênesis 9:1–17; Tradução de Joseph Smith, Gênesis 9:15, 21-25 (no Guia para Estudo das Escrituras)
Precisamos lembrar de nossos convênios.
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O mundo está cheio de tentações e distrações que podem nos fazer esquecer de nossos convênios. O que o Senhor proveu como um sinal ou lembrete do convênio que Ele fez com Noé? (O esboço de estudo desta semana em Vem, e Segue-Me para estudo pessoal e familiar explica o convênio que Deus fez com Noé). Para ajudar os alunos a aprender o que é um sinal, você poderia usar objetos que nos lembram de coisas importantes em nossa vida, como um anel de casamento, uma bandeira nacional ou uma bandeja de sacramento. Para ajudar os alunos a refletir sobre a importância de guardar seus convênios, pergunte a eles quais coisas específicas eles podem fazer para lembrá-los dos convênios que fizeram.
Não podemos alcançar o céu sozinhos.
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O relato da torre de Babel fornece um contraste interessante com o que os alunos aprenderam na semana anterior: o relato de Enoque e seu povo edificando Sião. Ambos os grupos de pessoas estavam tentando chegar ao céu, mas trabalharam nessa meta de modo diferente. Você pode pedir aos alunos que listem no quadro qualquer coisa que se lembrarem sobre as pessoas que viveram em Sião (ver Moisés 7:18–19, 53, 69) e o que aprenderam sobre as pessoas que construíram a torre de Babel em Gênesis 11:1–9. Quais são as diferenças entre o povo de Enoque e o povo que construiu a torre de Babel?
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Babel ou Babilônia passou a representar as coisas do mundo e o pecado. Para ajudar os alunos a aplicar as lições da torre de Babel na vida deles, você pode distribuir pedaços de papel e pedir que escrevam coisas que as pessoas fazem para buscar o sucesso ou o prazer do mundo e então, em outros pedaços de papel, coisas que os ajudem a se aproximar de Deus. Se desejar, fixe o primeiro grupo de papéis no quadro em forma de uma torre e o segundo grupo em forma de um templo. Os alunos podem cantar o hino “Mais Perto Quero Estar” (Hinos, nº 62) para convidar o Espírito para o debate.
Incentivar o Aprendizado no Lar
Para incentivar os alunos a ler Gênesis 12–17 e Abraão 1–2, diga a eles que nesses capítulos aprenderão coisas sobre o grandioso patriarca Abraão que grande parte do mundo nunca ouviu.
Recursos Adicionais
Por que Deus inundou a Terra?
O Presidente John Taylor ensinou que a destruição das pessoas iníquas, realizada por Deus, na época de Noé foi um ato de misericórdia: “Seria correto um Deus justo destruir tantas pessoas? Tal atitude estaria de acordo com a misericórdia? Sim, foi um ato de justiça para com aqueles espíritos que ainda não haviam recebido um corpo, e um gesto de justiça e misericórdia também para com aqueles indivíduos que se achavam em pecado. Por quê? Porque, ao pôr fim à existência terrena deles, o Senhor impediu que eles fizessem seus pecados recaírem sobre a posteridade humana, degenerando-a, e impediu também que cometessem maiores iniquidades”. (“Discourse”, Deseret News, 16 de janeiro de 1878, p. 2).
“Quando Deus fala e nós obedecemos, estaremos sempre certos”.
O Presidente Thomas S. Monson ensinou:
“Um ‘homem justo e perfeito em suas gerações’, alguém que ‘andava com Deus’, foi o Profeta Noé [Gênesis 6:9]. (…) Noé obedeceu à ordem que recebeu de Deus de construir uma arca, para que ele e a família fossem salvos da destruição. Seguiu as instruções de Deus, colocando na arca um casal de todos os seres vivos, para que também fossem salvos das águas do dilúvio.
O Presidente Spencer W. Kimball disse: ‘Naquela época ainda não havia evidências de chuva nem de dilúvio. As advertências [de Noé] foram consideradas irracionais. (…) Que tolice construir uma arca em terra seca, com o sol brilhando e com a vida prosseguindo como de costume! Mas o tempo expirou. (…) A inundação chegou. Os desobedientes (…) morreram afogados. O milagre da arca seguiu a fé manifestada em sua construção (Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Spencer W. Kimball, 2006, p. 157).
Noé teve a fé inquebrantável para seguir os mandamentos de Deus. Que possamos agir sempre da mesma forma. Lembremos que a sabedoria de Deus, às vezes, parece tolice aos homens, mas a maior lição que podemos aprender na mortalidade é que, quando Deus fala e nós obedecemos, estaremos sempre certos” (“Eles Traçaram o Caminho para Nós”, A Liahona, outubro de 2007, p. 4).