Capítulo 7: Servos e amigos
    Notas de rodapé

    Servos e amigos

    Este é o capítulo 7 de uma nova narrativa histórica de quatro volumes intitulada Santos: A História da Igreja de Jesus Cristo nos Últimos Dias. O livro está disponível em 14 idiomas em versão impressa, na seção História da Igreja do aplicativo Biblioteca do Evangelho e online no site santos.LDS.org. Os capítulos anteriores foram publicados em edições recentes e estão disponíveis em 47 idiomas no aplicativo Biblioteca do Evangelho e em santos.LDS.org.

    Visões no bosque

    A primavera de 1829 foi fria e úmida até meados de maio. Enquanto os fazendeiros nas vizinhanças de Harmony permaneciam em casa, adiando a semeadura até que o tempo melhorasse, Joseph e Oliver trabalhavam na tradução do registro o máximo que conseguiam.1

    Até que chegaram ao relato dos acontecimentos ocorridos entre os nefitas e os lamanitas quando Jesus morreu em Jerusalém. Foram mencionados os grandes terremotos e as tempestades que destruíram as pessoas e alteraram o formato da terra. Algumas cidades foram soterradas, outras foram queimadas. Por muitas horas, relâmpagos rasgaram o céu, enquanto o sol desapareceu e uma densa escuridão cobriu os sobreviventes. Por três dias, as pessoas choraram, lamentando pelos seus mortos.2

    Finalmente, a voz de Jesus Cristo atravessou a escuridão. “Não volvereis a mim agora”, Ele perguntou, “arrependendo-vos de vossos pecados e convertendo-vos, para que eu vos cure?”3 Ele retirou a escuridão, o povo se arrependeu. Logo uma multidão se reuniu no templo, em uma cidade chamada Abundância, onde conversavam sobre as mudanças inacreditáveis ocorridas na terra.4

    Christ appears in ancient American

    CRISTO APARECE AOS NEFITAS, DE ARNOLD FRIBERG, CORTESIA DO MUSEU DE HISTÓRIA E ARTE DA IGREJA

    Enquanto estavam conversando entre si, eles viram o Filho de Deus descendo do céu. “Eis que eu sou Jesus Cristo”, Ele disse, “cuja vinda ao mundo foi testificada pelos profetas”.5 Ele permaneceu com o povo por algum tempo, ensinou Seu evangelho e ordenou que fossem batizados por imersão para remissão dos pecados.

    “E os que crerem em mim e forem batizados, esses serão salvos”, Ele declarou. “E eles são os que herdarão o reino de Deus.”6 Antes de subir ao céu, Ele deu autoridade a homens justos para batizar aqueles que acreditassem Nele.7

    À medida que traduziam, Joseph e Oliver ficavam impressionados com esses ensinamentos, pois, assim como seu irmão Alvin, Joseph nunca tinha sido batizado e queria saber mais sobre aquela ordenança e a autoridade necessária para realizá-la.8

    No dia 15 de maio de 1829, as chuvas pararam, permitindo a Joseph e a Oliver que fossem até um bosque, perto do rio Susquehanna, onde se ajoelharam e perguntaram a Deus sobre o batismo e a remissão dos pecados. Enquanto oravam, a voz do Redentor lhes deu paz e um anjo apareceu em uma nuvem de luz. Ele se apresentou como João Batista, colocando em seguida as mãos sobre a cabeça de Joseph e Oliver. Eles sentiram o coração se encher de alegria à medida que o amor de Deus os envolvia.

    receiving the Aaronic Priesthood

    “A vós, meus conservos”, declarou João Batista, “em nome do Messias, eu confiro o Sacerdócio de Aarão, que possui as chaves do ministério de anjos e do evangelho do arrependimento e do batismo por imersão para remissão de pecados”.9

    A voz do anjo era suave, mas parecia penetrar a alma de Joseph e Oliver.10 Ele explicou que o Sacerdócio Aarônico os autorizava a realizar batismos e ordenou que batizassem um ao outro depois que ele partisse. Foi-lhes dito também que eles receberiam posteriormente um poder adicional do sacerdócio, que lhes daria autoridade para conferir o dom do Espírito Santo um ao outro e àqueles a quem eles batizassem.

    Depois que João Batista partiu, Joseph e Oliver foram até o rio e entraram nele. Joseph batizou Oliver primeiro, que, assim que se levantou da água, começou a profetizar sobre coisas que logo aconteceriam. Em seguida, Oliver batizou Joseph, que, saindo do rio, profetizou sobre o surgimento da Igreja de Cristo, que o Senhor prometera estabelecer entre eles.11

    Seguindo as instruções de João Batista, eles voltaram para o bosque e ordenaram um ao outro ao Sacerdócio Aarônico. Anteriormente, enquanto estudavam a Bíblia e traduziam os registros antigos, Joseph e Oliver frequentemente liam sobre o sacerdócio e a autoridade de agir em nome de Deus. Agora eles mesmos portavam aquela autoridade.

    Depois de serem batizados, Joseph e Oliver perceberam que as escrituras, que antes pareciam densas e misteriosas, de repente se tornaram claras, pois a verdade e o entendimento inundaram a mente deles.12

    Enquanto lecionava e morava em Nova York, na casa da família Smith, Oliver havia feito amizade com David Whitmer, que morava em Fayette, cerca de 48 quilômetros de Manchester. Ele estava ansioso para saber mais sobre o trabalho de Joseph. Os dois amigos conversavam com frequência sobre as placas de ouro e, quando Oliver mudou para Harmony, prometeu escrever a David sobre a tradução.

    Pouco tempo depois, as cartas começaram a chegar. Oliver escreveu que Joseph sabia detalhes sobre sua vida que ninguém poderia ter sabido, exceto por revelação de Deus. Ele descreveu as palavras do Senhor a Joseph e falou sobre a tradução dos registros, compartilhando em uma das cartas um trecho da tradução, testificando de sua veracidade.

    Outra carta informava que era a vontade de Deus que David trouxesse seu carroção e os cavalos para Harmony a fim de ajudar Joseph, Emma e Oliver a se mudarem para a casa da família Whitmer, em Fayette, onde eles terminariam a tradução.13 As pessoas em Harmony tinham se tornado pouco amistosas com o casal Smith. Alguns homens até mesmo ameaçaram atacá-los e, se não fosse a influência da família de Emma, eles poderiam ter se machucado seriamente.14

    David mostrou as cartas de Oliver para seus pais e irmãos, que concordaram em receber Joseph, Emma e Oliver na casa deles. A família Whitmer era descendente de colonos alemães que se haviam estabelecido naquela região e eles tinham uma reputação de trabalho árduo e religiosidade. A fazenda era perto o suficiente da casa da família Smith para uma visita, mas longe o bastante para impedir que os ladrões os perturbassem.15

    David queria ir imediatamente para Harmony, mas seu pai o lembrou de que ele tinha dois dias de trabalho pesado a ser realizado antes que pudesse partir. Afinal era a época do plantio e ele precisava arar oito hectares e enriquecer o solo com gesso calcinado para ajudar o trigo a crescer. Seu pai o aconselhou a orar primeiro para saber se era absolutamente necessário partir de imediato.

    David seguiu o conselho do pai e, ao orar, sentiu o Espírito dizer que devia terminar o trabalho em casa antes de ir para Harmony.

    Na manhã seguinte, David foi para o campo e viu fileiras de sulcos na terra, que não estava arada na noite anterior. Ao caminhar pelo campo, ele viu que cerca de seis hectares e meio haviam sido arados da noite para o dia, e o arado o aguardava no último buraco, pronto para que ele terminasse o trabalho.

    O pai de David ficou maravilhado quando soube o que acontecera. “Deve ter sido um poder maior que possibilitou isso”, ele disse, “e acho que é melhor você ir à Pensilvânia assim que o pó calcinado for colocado”.

    David trabalhou duro para arar os campos restantes e preparar o solo para um plantio bem-sucedido. Quando terminou, ele atrelou os cavalos ao carroção e partiu para Harmony antes do planejado.16

    Depois que Joseph, Emma e Oliver se mudaram para Fayette, a mãe de David ficou muito atarefada. Mary Whitmer e o marido, Peter, já tinham oito filhos para cuidar, entre 15 e 30 anos, e os poucos que não moravam na casa residiam nas proximidades. Os dias de Mary eram muito atarefados, já que ela cuidava das necessidades da família, e a chegada dos três convidados lhe acrescentou ainda mais trabalho. Apesar de ter fé no chamado de Joseph e de não reclamar, Mary estava ficando cansada.17

    Isso aconteceu devido ao calor escaldante que fazia em Fayette naquele verão. Dia após dia, enquanto Mary lavava as roupas e preparava as refeições, Joseph ditava a tradução na sala superior. Em geral, era Oliver quem escrevia para ele, mas ocasionalmente Emma ou alguém da família Whitmer o substituía.18 Às vezes, quando Joseph e Oliver ficavam cansados de traduzir, eles caminhavam até um lago próximo e ficavam jogando pedras na superfície da água.

    Mary tinha pouco tempo para relaxar e o trabalho extra e a tensão que estavam sobre seus ombros eram difíceis de suportar.

    Um dia, enquanto estava no celeiro onde as vacas eram ordenhadas, ela viu um homem de cabelos grisalhos com uma bolsa pendurada no ombro. A súbita aparição dele a assustou, mas, quando ele se aproximou, falou com ela com uma voz gentil que a deixou tranquila.

    “Meu nome é Morôni”, ele disse. “Você está muito cansada com o trabalho extra que precisa realizar.” Ele tirou a bolsa dos ombros, e Mary o observou enquanto ele começou a abri-la.19

    “Você tem sido muito fiel e diligente em seus labores”, ele continuou. “É apropriado, portanto, que receba um testemunho para que sua fé seja fortalecida.”20

    golden plates

    Morôni abriu a bolsa e retirou as placas de ouro, segurando-as na frente de Mary e folheando as páginas para que ela pudesse ver os escritos gravados nelas. Depois de virar a última página, ele a aconselhou a ser paciente e fiel enquanto carregava esse fardo extra por mais um tempo, prometendo que ela seria abençoada por isso.21

    Ele foi embora em seguida, deixando Mary sozinha e com muito trabalho a fazer, mas isso não a perturbava mais.22

    Na fazenda Whitmer, Joseph traduzia rapidamente, mas alguns dias eram desafiadores, pois sua mente vagava para outros assuntos e ele não conseguia se concentrar nas coisas espirituais.23 A pequena casa da família Whitmer estava sempre movimentada e cheia de distrações, de modo que a mudança para lá significava abrir mão da relativa privacidade que ele e Emma desfrutavam em Harmony.

    Certa manhã, quando estava se preparando para traduzir, Joseph ficou bravo com Emma. Mais tarde, quando se juntou a Oliver e a David na sala superior onde trabalhavam, ele não conseguiu traduzir uma sílaba.

    Saindo da sala, ele foi para o pomar, onde ficou por cerca de uma hora, orando. Quando voltou, pediu desculpas a Emma e pediu que ela o perdoasse, e então voltou a traduzir normalmente.24

    Era a última parte do registro, conhecida como as placas menores de Néfi, que na realidade serviria como o início do livro. Revelando uma história semelhante à que ele e Martin haviam traduzido e perdido, as placas menores contavam sobre um jovem chamado Néfi, cuja família Deus havia guiado de Jerusalém para uma nova terra prometida. Elas esclareciam as origens do registro e as lutas iniciais entre os povos nefitas e lamanitas, mas, o mais importante, elas prestavam um testemunho poderoso de Jesus Cristo e Sua Expiação.

    Quando Joseph traduziu a última placa, ele descobriu que ela explicava o propósito do registro e lhe dava um título: O Livro de Mórmon, uma menção ao antigo profeta historiador que havia compilado o livro.25

    Desde que começou a traduzir o Livro de Mórmon, Joseph aprendeu muitas coisas sobre seu futuro papel na obra de Deus. Reconheceu em suas páginas os ensinamentos básicos que aprendeu na Bíblia e também novas verdades e perspectivas sobre Jesus Cristo e Seu evangelho. Ele também descobriu passagens sobre os últimos dias, que profetizavam sobre um vidente escolhido chamado José, que traria à luz a palavra do Senhor e restauraria conhecimentos e convênios perdidos.26

    No registro, ele aprendeu que Néfi expandiu a profecia de Isaías sobre um livro selado que os homens eruditos não conseguiriam ler, e, quando leu aquilo, Joseph pensou no encontro de Martin Harris com o professor Anthon. A profecia afirmava que somente Deus poderia trazer à luz o livro escondido na terra e estabelecer a Igreja de Cristo nos últimos dias.27

    Quando Joseph e seus amigos terminaram a tradução, a mente deles se voltou para a promessa que o Senhor havia feito no Livro de Mórmon e em Suas revelações — de que as placas seriam mostradas para três testemunhas. Os pais de Joseph estavam visitando a fazenda Whitmer naquela época, assim como Martin Harris, que em uma manhã se uniu a Oliver e David para pedir a Joseph que lhes permitisse serem aquelas testemunhas. Joseph então orou e o Senhor respondeu dizendo que, se eles confiassem Nele de todo o coração e assumissem o compromisso de testificar a verdade, eles poderiam ver as placas.28

    “Você precisa se humilhar hoje perante seu Deus”, disse Joseph especificamente a Martin, “e, se possível, obter o perdão de seus pecados”.29

    No final daquele dia, Joseph levou os três homens para o bosque próximo à casa da família Whitmer. Eles se ajoelharam e se revezaram em oração, pedindo que as placas lhes fossem mostradas, mas nada aconteceu. Eles tentaram pela segunda vez, mas novamente nada aconteceu. Finalmente, Martin se levantou e foi embora, sabendo que ele era a razão de os céus permanecerem fechados.

    Assim que Joseph, Oliver e David voltaram a orar, um anjo apareceu em uma luz brilhante, acima deles,30 tendo as placas nas mãos e folheando-as uma a uma, mostrando aos homens os símbolos gravados em cada página. Em seguida, uma mesa apareceu ao lado do anjo e havia sobre ela peças antigas descritas no Livro de Mórmon: os intérpretes, o peitoral, uma espada e a bússola milagrosa que guiou a família de Néfi de Jerusalém à terra prometida.

    Eles ouviram a voz de Deus, declarando: “Estas placas foram reveladas pelo poder de Deus e traduzidas pelo poder de Deus. A tradução que vistes é correta, e ordeno-vos que presteis testemunho do que vistes e ouvistes”.31

    Quando o anjo partiu, Joseph adentrou o bosque em busca de Martin e o encontrou de joelhos. Martin lhe disse que ainda não tinha recebido um testemunho do Senhor, mas continuava com o desejo de ver as placas. Ele pediu a Joseph que orasse com ele. Joseph se ajoelhou ao lado de Martin e, mal começou a pronunciar sua oração, quando o mesmo anjo lhes apareceu mostrando as placas e os outros objetos antigos.

    “Isso é o suficiente! Isso é o suficiente!”, Martin exclamou. “Meus olhos viram! Meus olhos viram!”32

    Joseph e as três testemunhas voltaram para a casa da família Whitmer no final da tarde, encontrando Mary Whitmer conversando com os pais de Joseph quando chegaram. “Pai! Mãe!”, disse Joseph. “Vocês não imaginam como estou feliz!”

    Ele então se sentou ao lado de sua mãe. “O Senhor permitiu que as placas fossem mostradas a mais três além de mim”, disse ele. “Eles sabem por si mesmos que não estou enganando ninguém.”

    Ele sentia como se um grande peso lhe tivesse sido retirado dos ombros. “Agora eles terão que prestar testemunho”, disse ele. “Já não estou mais sozinho no mundo.”

    Martin entrou no recinto em seguida, quase transbordando de alegria. “Agora vi um anjo do céu”, exclamou. “Bendigo a Deus, na sinceridade de minha alma, que Ele condescendeu para me fazer — até mesmo a mim — uma testemunha da grandeza de Sua obra.”33

    Alguns dias depois, a família Whitmer se reuniu com a família Smith, na fazenda em Manchester. Sabendo que o Senhor prometera estabelecer Suas palavras “pela boca de tantas testemunhas quantas achar necessário”, Joseph se dirigiu ao bosque com seu pai, Hyrum e Samuel, assim como quatro irmãos de David Whitmer: Christian, Jacob, Peter Jr. e John, e o cunhado deles, Hiram Page.34

    Joseph and the Eight Witnesses

    Os homens se reuniram em um local onde a família Smith frequentemente ia para orar em particular. Com a permissão do Senhor, Joseph mostrou as placas ao grupo. Eles não viram um anjo como as três testemunhas, mas Joseph deixou que segurassem o registro em suas mãos, virassem as páginas e analisassem a escrita antiga, de tal forma que sua fé no testemunho de Joseph a respeito do anjo e da veracidade do registro antigo foi fortalecida.35

    Agora que a tradução estava terminada e ele tinha testemunhas para apoiar seu milagroso testemunho, Joseph não mais precisava das placas. Depois que os homens deixaram o bosque e retornaram para casa, o anjo apareceu e Joseph entregou o registro sagrado a seus cuidados.36

    Notas

    1. Oliver Cowdery para William W. Phelps, 7 de setembro de 1834, LDS Messenger and Advocate, outubro de 1834, vol. 1, p. 14; Staker, “Where Was the Aaronic Priesthood Restored?” [Onde o Sacerdócio Aarônico foi restaurado?], p. 158, nota 49.

    2. 3 Néfi 8; Oliver Cowdery para William W. Phelps, 7 de setembro de 1834, LDS Messenger and Advocate, outubro de 1834, vol. 1, pp. 15–16; ver também Kowallis, “In the Thirty and Fourth Year” [No terceiro e no quarto ano], pp. 136–190.

    3. 3 Néfi 9:13.

    4. 3 Néfi 10:9; 11:1.

    5. 3 Néfi 11:10; 15:21–24; ver também João 10:16.

    6. 3 Néfi 11:33.

    7. 3 Néfi 11:23–33.

    8. Oliver Cowdery para William W. Phelps, 7 de setembro de 1834, LDS Messenger and Advocate, outubro de 1834, vol. 1, pp. 13–16.

    9. Doutrina e Convênios 13:1 (Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, pp. 17–18, em JSP, H1, pp. 292–294 [rascunho 2]); Oliver Cowdery para William W. Phelps, 7 de setembro de 1834, LDS Messenger and Advocate, outubro de 1834, vol. 1, p. 15; Staker, “Where Was the Aaronic Priesthood Restored?” [Onde o Sacerdócio Aarônico foi restaurado?], pp. 142–159. Tópico: A restauração do Sacerdócio Aarônico.

    10. Oliver Cowdery para William W. Phelps, 7 de setembro de 1834, LDS Messenger and Advocate, outubro de 1834, vol. 1, p. 15.

    11. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, pp. 17–18, em JSP, H1, pp. 292–294 (rascunho 2); “Articles of the Church of Christ” [Artigos da Igreja de Cristo], junho de 1829, em JSP, D1, p. 371.

    12. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 18, em JSP, H1, pp. 294–296 (rascunho 2).

    13. “Mormonism” [Mormonismo], Kansas City Daily Journal, 5 de junho de 1881, p. 1; James H. Hart, “About the Book of Mormon” [Sobre o Livro de Mórmon], Deseret Evening News, 25 de março de 1884, p. 2; Joseph F. Smith para John Taylor e o Conselho dos Doze, 17 de setembro de 1878, rascunho, Joseph F. Smith, Papers, Biblioteca de História da Igreja; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 21, em JSP, H1, p. 306 (rascunho 2).

    14. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 18, em JSP, H1, p. 296 (rascunho 2).

    15. “Mormonism” [Mormonismo], Kansas City Daily Journal, 5 de junho de 1881, p. 1; Dickinson, New Light on Mormonism [Uma Nova Luz sobre o Mormonismo], p. 250; “The Book of Mormon” [O Livro de Mórmon], Chicago Tribune, 17 de dezembro de 1885, p. 3; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 21, em JSP, H1, p. 306 (rascunho 2).

    16. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 8, p. 8; Orson Pratt e Joseph F. Smith, Interview with David Whitmer [Entrevista com David Whitmer], 7–8 de setembro de 1878, p. 10, em Joseph F. Smith to John Taylor and Council of the Twelve [Joseph F. Smith para John Taylor e o Conselho dos Doze], 17 de setembro de 1878, rascunho, Joseph F. Smith, Papers, Biblioteca de História da Igreja; Cook, David Whitmer Interviews [Entrevistas de David Whitmer] pp. 26–27.

    17. Orson Pratt e Joseph F. Smith, Interview with David Whitmer [Entrevista com David Whitmer], 7–8 de setembro de 1878, p. 10, em Joseph F. Smith to John Taylor and Council of the Twelve [Joseph F. Smith para John Taylor e o Conselho dos Doze], 17 de setembro de 1878, rascunho, Joseph F. Smith, Papers [Diário], Biblioteca de História da Igreja.

    18. James H. Hart, “About the Book of Mormon” [Sobre o Livro de Mórmon], Deseret Evening News, 25 de março de 1884, p. 2.

    19. Skousen, “Another Account of Mary Whitmer’s Viewing of the Golden Plates” [Outro relato sobre como Mary Whitmer viu as Placas de Ouro], p. 40; [Andrew Jenson], “Eight Witnesses” [Oito testemunhas], Registro Histórico, outubro de 1888, p. 621.

    20. Orson Pratt e Joseph F. Smith, Interview with David Whitmer [Entrevista com David Whitmer], 7–8 de setembro de 1878, p. 10, em Joseph F. Smith to John Taylor and Council of the Twelve [Joseph F. Smith para John Taylor e o Conselho dos Doze], 17 de setembro de 1878, rascunho, Joseph F. Smith, Papers [Diário], Biblioteca de História da Igreja.

    21. Skousen, “Another Account of Mary Whitmer’s Viewing of the Golden Plates” [Outro relato sobre como Mary Whitmer viu as Placas de Ouro], p. 40; [Andrew Jenson], “Eight Witnesses” [Oito testemunhas], Registro Histórico, outubro de 1888, p. 621.

    22. [Andrew Jenson], “Eight Witnesses” [Oito testemunhas], Registro Histórico, outubro de 1888, p. 621; Orson Pratt e Joseph F. Smith, Interview with David Whitmer [Entrevista com David Whitmer], 7–8 de setembro de 1878, p. 10, Joseph F. Smith to John Taylor and Council of the Twelve [Joseph F. Smith para John Taylor e o Conselho dos Doze], 17 de setembro de 1878, rascunho, Joseph F. Smith, Papers [Diário], Biblioteca de História da Igreja; Stevenson, Journal [Diário], 23 de dezembro de 1877.

    23. Whitmer, Address to All Believers in Christ [Mensagem a todos os que creem em Cristo], p. 30.

    24. “Letter from Elder W. H. Kelley” [Carta do élder W. H. Kelley], Saints’ Herald, 1º de março de 1882, p. 68; ver também Bushman, Rough Stone Rolling [Uma pedra bruta], p. 77.

    25. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 34, em JSP, H1, pp. 352–354 (rascunho 2). Tópicos: A tradução do Livro de Mórmon; Placas de ouro.

    26. 2 Néfi 3:7–19.

    27. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], verão de 1832, p. 5, em JSP, H1, p. 15; 2 Néfi 26:16; 27:15–21.

    28. Doutrina e Convênios 17 (Revelation [Revelação], junho de 1829–E, em josephsmithpapers.org); Doutrina e Convênios 5:11–18 (Revelation [Revelação], março de 1829, em josephsmithpapers.org); Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 23, em JSP, H1, pp. 314–317 (rascunho 2).

    29. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 8, p. 11.

    30. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, pp. 24–25, em JSP, H1, pp. 316–318 (rascunho 2).

    31. “Letter from Elder W. H. Kelley” [Carta do élder W. H. Kelley], Saints’ Herald, 1º de março de 1882, p. 68; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, pp. 24–25, em JSP, H1, pp. 316–320 (rascunho 2); “Testimony of Three Witnesses” [Depoimento das três testemunhas], no Livro de Mórmon, edição de 1830, p. 589. Tópico: Testemunhas do Livro de Mórmon.

    32. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 25, em JSP, H1, p. 320 (rascunho 2).

    33. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 8, p. 11; livro 9, p. 1.

    34. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 9, p. 1; 2 Néfi 27:14.

    35. “Testimony of Eight Witnesses” [Depoimento das oito testemunhas], no Livro de Mórmon, edição de 1830, p. 590. Tópico: Testemunhas do Livro de Mórmon.

    36. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 9, p. 2.