2018
Capítulo 3: As placas de ouro
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Capítulo 3

As placas de ouro

Este é o capítulo 3 de uma nova narrativa histórica de quatro volumes intitulada Santos: A História da Igreja de Jesus Cristo nos Últimos Dias. O livro estará disponível em 14 idiomas em versão impressa, na seção História da Igreja do aplicativo Biblioteca do Evangelho e online no site santos.LDS.org/por. Os próximos capítulos serão publicados em edições posteriores até o volume 1 ser lançado antes do fim deste ano. Esses capítulos estarão disponíveis em 47 idiomas no aplicativo Biblioteca do Evangelho e em santos.LDS.org/por. O capítulo 2 descreve a Primeira Visão de Joseph, quando ele viu o Pai e o Filho, na primavera de 1820.

Saints: The Standard of Truth
He Called Me By Name

He Called Me by Name [Chamou-me pelo Nome], de Michael Malm

Três anos e três colheitas se passaram. Joseph despendera a maior parte do tempo limpando e arando a terra ou trabalhando para outras pessoas a fim de ganhar dinheiro e pagar a prestação anual da fazenda. Por causa disso, ele não conseguia frequentar a escola assiduamente, passando a maior parte do tempo livre com a família ou com outros trabalhadores.

Joseph e seus amigos eram jovens e alegres. Às vezes, eles cometiam erros tolos, e Joseph aprendeu que ser perdoado uma vez não significava que jamais precisaria se arrepender novamente. Nem a sua visão gloriosa respondera a todas as suas dúvidas ou acabara para sempre com sua confusão.1 Assim, ele procurou se achegar a Deus. Ele lia a Bíblia, confiava no poder de Jesus Cristo para salvá-lo e obedeceu ao mandamento do Senhor de não se juntar a uma igreja.

Como muitas pessoas na região, incluindo seu pai, Joseph acreditava que Deus pode revelar conhecimento por meio de objetos como varas e pedras, como tinha feito com Moisés, Arão e outros na Bíblia.2 Um dia, enquanto ajudava um vizinho a cavar um poço, Joseph encontrou uma pequena pedra enterrada profundamente na terra. Ciente de que as pessoas às vezes usavam pedras especiais para procurar objetos perdidos ou tesouros escondidos, Joseph queria saber se ele tinha encontrado uma dessas pedras. Ao olhar para ela, conseguia ver coisas invisíveis ao olho natural.3

O dom de Joseph para usar a pedra impressionou os membros da família, que consideraram isso como um sinal do favorecimento divino.4 Mas, embora ele tivesse o dom de um vidente, Joseph ainda não tinha certeza se Deus estava feliz com ele, pois já não sentia mais o perdão e a paz que sentiu depois de sua visão do Pai e do Filho. Em vez disso, muitas vezes ele se sentia condenado por suas fraquezas e imperfeições.5

Em 21 de setembro de 1823, aos 17 anos de idade, Joseph estava deitado no quarto do sótão que compartilhava com seus irmãos após ter ficado acordado até tarde naquela noite, ouvindo sua família conversar sobre as diferentes igrejas e as doutrinas que ensinavam. Naquele momento, todos estavam dormindo e a casa estava em silêncio.6

Na escuridão de seu quarto, Joseph começou a orar, rogando fervorosamente que Deus perdoasse seus pecados. Ele ansiava por entrar em comunhão com um mensageiro celeste que poderia lhe assegurar de sua situação perante o Senhor e lhe dar o conhecimento do evangelho que lhe havia sido prometido no bosque. Joseph sabia que Deus já havia respondido suas orações e tinha plena confiança de que Ele responderia novamente.

Enquanto Joseph orava, uma luz apareceu ao lado da cama, ficando cada vez mais brilhante, até iluminar o quarto inteiro. Joseph olhou para cima e viu um anjo, pairando no ar, vestindo uma túnica branca solta, que o cobria até os pulsos e os tornozelos. Uma luz irradiava dele e seu semblante brilhava como um relâmpago.

A princípio, Joseph ficou com medo, mas logo se sentiu em paz quando o anjo o chamou pelo nome e disse que se chamava Morôni. Ele disse a Joseph que Deus havia perdoado seus pecados e que agora tinha um trabalho para ele. Morôni declarou que o nome de Joseph seria considerado bom e mau entre todos os povos.7

Ele falou sobre placas de ouro que estavam enterradas em uma colina próxima e que continham um relato dos antigos habitantes que viveram nas Américas. O registro contava a origem desses povos e a visita de Jesus Cristo a eles, ensinando-os a plenitude de Seu evangelho.8 Enterradas com as placas, Morôni disse que havia duas pedras de vidente, que Joseph mais tarde chamou de Urim e Tumim, ou intérpretes. O Senhor havia preparado essas pedras para ajudar Joseph a traduzir o registro. Elas eram transparentes e estavam presas a um peitoral.9

No restante da visita, Morôni citou profecias dos livros bíblicos de Isaías, Joel, Malaquias e Atos, dizendo que em breve o Senhor voltaria e que a família humana não cumpriria o propósito de sua criação a menos que o antigo convênio de Deus fosse renovado primeiro.10 Morôni disse a Joseph que Deus o escolhera para renovar esse convênio e que, se ele fosse fiel aos mandamentos de Deus, seria designado para trazer à luz a história registrada nas placas.11

Antes de partir, o anjo ordenou a Joseph que cuidasse das placas e que não as mostrasse a ninguém a menos que fosse instruído de outra maneira, avisando-lhe que ele seria destruído se desobedecesse a esse conselho. A luz começou a se concentrar ao redor de Morôni e ele subiu ao céu.12

Enquanto Joseph meditava sobre a visão, o quarto se encheu de luz novamente e Morôni reapareceu, repetindo a mesma mensagem dada anteriormente. Em seguida, ele foi embora para, então, aparecer novamente e deixar sua mensagem pela terceira vez.

“Joseph, tenha cuidado”, ele disse. “Quando for buscar as placas, sua mente se encherá de trevas e de toda a espécie de tentação para impedi-lo de guardar os mandamentos de Deus.” Morôni também aconselhou Joseph a falar com seu pai sobre suas visões, pois ele o apoiaria.

“Ele vai acreditar em cada palavra que você disser”, prometeu o anjo.13

Na manhã seguinte, Joseph não falou nada com seu pai sobre Morôni embora soubesse que ele também acreditava em visões e anjos. Em vez disso, os dois passaram a maior parte da manhã com Alvin, ceifando em um campo próximo.

O trabalho era difícil, e Joseph procurava trabalhar no mesmo ritmo de seu irmão enquanto lançavam a foice de um lado para o outro, fazendo a colheita dos grãos, mas as visitas de Morôni o mantiveram acordado por toda a noite, e seus pensamentos continuamente se voltavam ao registro antigo e à colina onde estavam enterrados.

Logo ele parou de trabalhar e Alvin percebeu. “Precisamos continuar trabalhando”, ele disse para Joseph, “ou não conseguiremos terminar nossa tarefa”.14

Joseph tentou trabalhar mais e mais rápido, mas, não importava o que fizesse, não conseguia acompanhar Alvin. Pouco depois, Joseph Sr. notou que Joseph estava pálido e que havia parado de trabalhar novamente. “Vá para casa”, falou ele, pensando que seu filho estivesse doente.

Joseph obedeceu e voltou cambaleando para casa, mas, assim que tentou passar pela cerca, caiu no chão, exausto.

Enquanto estava caído, recuperando suas forças, ele viu Morôni de pé, acima dele novamente, cercado de luz. “Por que você não contou a seu pai o que lhe falei?”, ele perguntou.

Joseph disse que temia que seu pai não acreditasse nele.

“Ele vai acreditar”, assegurou Morôni e, em seguida, repetiu a mensagem da noite anterior.15

Joseph Sr. chorou quando o filho lhe contou sobre o anjo e sua mensagem. “Foi uma visão de Deus”, ele disse. “Siga as instruções que recebeu.”16

New York. Ontario Co. Manchester. Hill Cumorah

Fotografia aérea do Monte Cumora e das áreas circunvizinhas tirada por Craig Dimond

Joseph seguiu imediatamente para a colina, sabendo exatamente para onde se dirigir, pois, durante a visita, Morôni lhe havia mostrado em visão o local onde as placas estavam escondidas. A colina, uma das maiores da região, ficava a cerca de 5 quilômetros da casa dele. As placas estavam enterradas debaixo de uma pedra grande e arredondada, na parte oeste da colina, não muito distante do cume.

Joseph ficou pensando sobre as placas enquanto caminhava e, mesmo sabendo que eram sagradas, foi difícil resistir ao pensamento do valor material que teriam. Ele tinha ouvido histórias de tesouros ocultos, protegidos por espíritos guardiões, mas Morôni e as placas que ele descreveu eram diferentes dessas histórias. Morôni era um mensageiro celestial designado por Deus para entregar o registro em segurança a Seu vidente escolhido. E o valor das placas não estava no ouro, mas no testemunho que elas prestavam de Jesus Cristo.

Ainda assim, Joseph não conseguia deixar de pensar que agora sabia exatamente onde encontrar um tesouro que valia o suficiente para tirar sua família da pobreza.17

Ao chegar à colina, ele encontrou o lugar que lhe fora mostrado na visão e começou a cavar na base da pedra até que as bordas estivessem limpas. Depois, encontrou um grande galho caído, que usou como alavanca para levantar e colocar a pedra de lado.18

Debaixo da pedra, havia uma caixa com as laterais e a base também feitas de pedra, dentro da qual Joseph viu as placas de ouro, as pedras de vidente e um peitoral.19 As placas continham gravações de escrita antiga e estavam unidas em um dos lados por três anéis. O conjunto tinha cerca de 15 centímetros de largura, 20 centímetros de altura, e as placas eram finas, sendo que uma parte delas parecia estar selada para que ninguém pudesse ler.20

Admirado, Joseph ficou imaginando novamente quanto as placas valeriam. Ele tentou pegá-las, mas sentiu uma onda de choque passar por todo o seu corpo. Ele retirou a mão, mas ainda fez outras duas tentativas, levando outro choque cada vez que tocava as placas novamente.

“Por que não consigo pegar esse livro?”, ele perguntou em voz alta.

“Porque você não obedeceu aos mandamentos do Senhor”, respondeu uma voz familiar.21

Joseph se virou e viu Morôni. A mensagem da noite anterior inundou sua mente de uma só vez e ele sabia que tinha se esquecido do verdadeiro propósito do registro. Ele começou a orar, e sua mente e alma despertaram para o Espírito Santo.

“Olhe”, ordenou Morôni. Outra visão se abriu diante de Joseph, e ele viu Satanás cercado por suas inúmeras hostes. “Tudo isso lhe é mostrado, o bem e o mal, o sagrado e o impuro, a glória de Deus e o poder das trevas”, o anjo declarou, “para que você conheça, daqui em diante, a diferença entre os dois poderes e nunca seja influenciado ou se deixe vencer por aquele ser iníquo”.

Ele instruiu Joseph a purificar seu coração e fortalecer sua mente para receber o registro. “Essas coisas sagradas são obtidas somente por meio da oração e da fidelidade em obedecer ao Senhor”, Morôni explicou. “Elas não foram depositadas aqui com o propósito de se obter ganhos e riquezas para a glória deste mundo. Elas foram seladas pela oração da fé.”22

Joseph perguntou quando ele poderia pegar as placas.

“No dia 22 de setembro do próximo ano”, Morôni disse, “se trouxer a pessoa certa com você”.

“Quem é a pessoa certa?”, perguntou Joseph.

“Seu irmão mais velho.”23

Desde criança, Joseph sempre soubera que poderia confiar em seu irmão mais velho. Alvin tinha 25 anos e provavelmente poderia ter sua própria fazenda se desejasse, mas escolhera ficar na fazenda da família porque queria ajudar os pais a se estabelecerem em segurança em suas terras antes de envelhecerem. Ele era sério e trabalhador e Joseph o amava e o admirava imensamente.24

Talvez Morôni sentisse que Joseph necessitava da sabedoria e da força de seu irmão para se tornar o tipo de pessoa a quem o Senhor poderia confiar as placas.

Ao voltar para casa à noite, Joseph estava cansado, mas a família se reuniu ao seu redor assim que passou pela porta, pois eles estavam ansiosos por saber o que ele encontrou na colina. Joseph começou a contar sobre as placas, mas Alvin o interrompeu quando percebeu o quanto Joseph parecia estar cansado.

“Vamos dormir agora”, ele disse, “e amanhã nos levantaremos bem cedo para trabalhar”. Eles teriam tempo suficiente no dia seguinte para ouvir o restante da história de Joseph. “Se a mamãe preparar o jantar mais cedo”, ele disse, “teremos uma longa noite para nos sentar e ouvi-lo falar”.25

Na noite seguinte, Joseph contou o que havia acontecido no monte e Alvin acreditou nele. Por ser o filho mais velho da família, Alvin sempre se sentiu responsável pelo bem-estar físico dos pais idosos, tanto que ele e os irmãos até haviam começado a construir uma casa maior para a família para que tivessem mais conforto.

Agora, parecia que Joseph estava cuidando do bem-estar espiritual deles, pois, nas noites seguintes, ele manteve o interesse de todos enquanto contava sobre as placas de ouro e o povo que as havia escrito, de maneira que a família ficou mais unida e o lar cheio de paz e felicidade. Todos sentiam que algo maravilhoso estava por vir.26

Porém, numa manhã de outono, menos de dois meses depois da visita de Morôni, Alvin voltou para casa sentindo uma dor intensa no estômago. Curvado de dor, ele implorou ao pai que buscasse ajuda e, quando o médico finalmente chegou, deu a Alvin uma grande dose de um remédio que só fez com que as coisas piorassem.

Alvin ficou acamado por vários dias, se contorcendo de dor e, ao sentir que provavelmente morreria, chamou Joseph. “Faça tudo ao seu alcance para obter os registros”, Alvin disse. “Seja fiel ao receber as instruções e ao cumprir todos os mandamentos que lhe forem dados.”27

Pouco tempo depois, ele morreu e a tristeza tomou conta da família. Durante o funeral, um ministro insinuou que Alvin fora para o inferno, e usou sua morte para alertar os outros sobre o que aconteceria às pessoas a não ser que Deus interviesse para salvá-los. Joseph Sr. ficou furioso, pois seu filho tinha sido um bom rapaz e ele não acreditava que Deus o amaldiçoaria.28

Após a morte de Alvin, as conversas sobre as placas acabaram. Ele tinha sido tão devotado ao apoiar o chamado divino de Joseph que qualquer menção a elas fazia com que se lembrassem de sua morte. A família não conseguia suportar a dor e Joseph sentia uma falta imensa de Alvin, o que tornou sua morte particularmente difícil. Ele esperava contar com seu irmão mais velho para ajudá-lo a receber as placas. Agora sentia-se abandonado.29

Quando finalmente chegou o dia para voltar ao monte, Joseph foi sozinho e, sem Alvin, ele não tinha certeza se o Senhor lhe confiaria as placas. Mas ele achava que seria capaz de guardar cada mandamento que o Senhor lhe dera, como aconselhara seu irmão. As instruções de Morôni para retirar as placas eram claras. “Você deve segurá-las em suas mãos e ir direto para sua casa, sem demora”, o anjo disse, “e trancá-las em um cofre”.30

Hill Cumorah Monument

Uma estátua de Morôni se ergue no topo do Monte Cumora para comemorar o local em que Joseph Smith viu pela primeira vez as placas do Livro de Mórmon, em 22 de setembro de 1823, e obteve as placas exatamente quatro anos depois.

Na colina, Joseph levantou a pedra, pegou as placas e as retirou de dentro da caixa. Então, um pensamento passou por sua mente: os outros itens na caixa eram valiosos e ele precisava escondê-los antes de ir embora. Ele colocou as placas no chão e se virou para cobrir a caixa. Porém, quando se virou novamente para pegar as placas, elas tinham desaparecido. Alarmado, Joseph caiu de joelhos e suplicou para saber onde elas estavam.

Morôni então apareceu e disse a Joseph que ele tinha falhado novamente em seguir as instruções, pois não apenas colocara as placas no chão antes de guardá-las em segurança como também as deixara fora de sua vista. Mesmo estando tão disposto a fazer o trabalho do Senhor, o jovem vidente ainda não estava pronto para proteger o registro antigo.

Joseph ficou decepcionado consigo mesmo, mas Morôni lhe disse que voltasse para buscar as placas no ano seguinte. Ele também lhe ensinou mais sobre o plano do Senhor para o reino de Deus e a grande obra que estava para começar.

Ainda assim, depois que o anjo partiu, Joseph desceu a colina com pesar, preocupado com o que sua família pensaria quando chegasse de mãos vazias.31 Quando ele entrou em casa, a família o esperava. Seu pai perguntou imediatamente se ele estava com as placas.

“Não”, ele disse. “Não pude pegá-las.”

“Você as viu?”

“Eu as vi, mas não pude trazê-las.”

“Eu as teria pego”, disse Joseph Sr., “se estivesse em seu lugar”.

“Você não sabe o que está dizendo”, respondeu Joseph. “Eu não pude pegá-las porque o anjo do Senhor não me permitiu.”32

Notas

  1. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, pp. 4–5, em JSP, H1, p. 220 (rascunho 2); Joseph Smith History [História de Joseph Smith], por volta do verão de 1832, p. 1, em JSP, H1, p. 11.

  2. “Joseph Smith as Revelator and Translator” [Joseph Smith como revelador e tradutor], em JSP, MRB:xxi; Turley, Jensen e Ashurst-McGee, “Joseph the Seer” [Joseph, o Vidente], pp. 49–50; ver também Mosias 8:17; Alma 37:6–7, 41; e Doutrina e Convênios 10:1, 4 (Revelation [Revelação], primavera de 1829, em josephsmithpapers.org).

  3. Bushman, Rough Stone Rolling [Uma Pedra Bruta], pp. 48–49; Bushman, “Joseph Smith as Translator” [Joseph Smith Como Tradutor], p. 242. Tópico: Seer Stones [Pedras de vidente].

  4. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1845, p. 95; ver também Alma 37:23.

  5. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], por volta do verão de 1832, p. 4, em JSP, H1, pp. 13–14; Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, pp. 28–29; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 5, em JSP, H1, pp. 218–220 (rascunho 2).

  6. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 3, p. 10.

  7. Joseph Smith History [História de Joseph Smith], por volta do verão de 1832, p. 4, em JSP, H1, pp. 13–14; Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, pp. 29–33; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 5, em JSP, H1, pp. 218–222 (rascunho 2); Pratt, Interesting Account [Relato interessante], p. 6, em JSP, H1, p. 524; Hyde, Ein Ruf aus der Wüste [Um Chamado do Deserto], pp. 17–20. Tópico: Angel Moroni [Anjo Morôni].

  8. Joseph Smith, Journal [Diário], 9–11 de novembro de 1835, em JSP, J1, p. 88.

  9. Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, p. 35; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 5, em JSP, H1, p. 222 (rascunho 2); Joseph Smith History [História de Joseph Smith], por volta do verão de 1832, p. 4, em JSP, H1, p. 14; Oliver Cowdery, “Letter IV” [Carta IV], LDS Messenger and Advocate, fevereiro de 1835, vol. 1, pp. 65–67; Turley, Jensen e Ashurst-McGee, “Joseph the Seer” [Joseph, o Vidente], pp. 49–54; “Mormonism—No. II” [Mormonismo], Tiffany’s Monthly, julho de 1859, p. 164. Tópico: Seer Stones [Pedras de vidente].

  10. Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, pp. 36–41; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, pp. 5–6, em JSP, H1, pp. 222–226 (rascunho 2); Joseph Smith, Journal [Diário], 9–11 de novembro de 1835, em JSP, J1, pp. 88–89.

  11. Oliver Cowdery, “Letter IV” [Carta IV], LDS Messenger and Advocate, fevereiro de 1835, vol. 1, pp. 78–79; Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 3, p. 11.

  12. Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, pp. 42–43; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 6, em JSP, H1, p. 226 (rascunho 2).

  13. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 3, pp. 10–11; Oliver Cowdery, “Letter IV” [Carta IV], LDS Messenger and Advocate, fevereiro de 1835, vol. 1, pp. 79–80; Oliver Cowdery, “Letter VII” [Carta VII], LDS Messenger and Advocate, julho de 1835, vol. 1, pp. 156–157; Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, pp. 44–46; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, pp. 6–7, em JSP, H1, pp. 230–232 (rascunho 2); Joseph Smith, Journal [Diário], 9–11 de novembro de 1835, em JSP, J1, pp. 88–89.

  14. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 3, p. 11; ver também Smith, William Smith on Mormonism [William Smith sobre o Mormonismo], p. 9.

  15. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 3, p. 11; Smith, Biographical Sketches [Esboços Biográficos], p. 82; Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, pp. 48–49; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 7, em JSP, H1, pp. 230–232 (rascunho 2); Joseph Smith, Journal [Diário], 9–11 de novembro de 1835, em JSP, J1, p. 89.

  16. Joseph Smith, Journal [Diário], 9–11 de novembro de 1835, em JSP, J1, p. 89.

  17. Oliver Cowdery, “Letter VIII” [Carta VIII], LDS Messenger and Advocate, outubro de 1835, vol. 2, pp. 195–197. Tópico: Treasure Seeking [A busca de tesouros].

  18. Oliver Cowdery, “Letter VIII” [Carta VIII], LDS Messenger and Advocate, outubro de 1835, vol. 2, pp. 195–197; Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, pp. 51–52; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, pp. 6–7, em JSP, H1, pp. 230–232 (rascunho 2); ver também Packer, “A Study of the Hill Cumorah” [Um Estudo do Monte Cumora], pp. 7–10.

  19. Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, p. 52; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 7, em JSP, H1, p. 232 (rascunho 2). Tópico: Gold Plates [Placas de ouro].

  20. Joseph Smith, “Church History” [História da Igreja], Times and Seasons, 1º de março de 1842, vol. 3, p. 707, em JSP, H1, p. 495.

  21. Oliver Cowdery, “Letter VIII” [Carta VIII], LDS Messenger and Advocate, outubro de 1835, vol. 2, pp. 197–198; ver também Pratt, Interesting Account [Relato interessante], p. 10, em JSP, H1, pp. 527–529.

  22. Oliver Cowdery, “Letter VIII” [Carta VIII], LDS Messenger and Advocate, outubro de 1835, vol. 2, pp. 198–199.

  23. Knight, Reminiscences [Memórias], p. 1; Joseph Smith, Journal [Diário], 9–11 de novembro de 1835, em JSP, J1, p. 89; Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, pp. 53–54; Joseph Smith History [História de Joseph Smith], 1838–1856, volume A-1, p. 7, em JSP, H1, pp. 232–234 (rascunho 2); ver também Jessee, “Joseph Knight’s Recollection of Early Mormon History” [Recordações de Joseph Knight dos Primórdios da História Mórmon], p. 31.

  24. Joseph Smith, Journal [Diário], 23 de agosto de 1842, em JSP, J1, pp. 116–117.

  25. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 3, p. 12; livro 4, p. 3; Smith, Biographical Sketches [Esboços Biográficos], p. 83.

  26. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 4, pp. 1–3; Smith, Biographical Sketches [Esboços Biográficos], pp. 86–87; ver também Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1845, p. 89; e Bushman, Refinement of America [Refinamento da América], pp. 425–427. Tópico: Joseph Sr. and Lucy Mack Smith Family [A família de Joseph Sr. e Lucy Mack Smith].

  27. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 4, pp. 3–5.

  28. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 4, pp. 6–8; “Wm. B. Smith’s Last Statement” [Última declaração de Wm. Smith], Zion’s Ensign, 13 de janeiro de 1894, p. 6.

  29. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 4, p. 7; Joseph Smith, Journal [Diário], 23 de agosto de 1842, em JSP, J2, pp. 116–117.

  30. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 4, pp. 2–3.

  31. Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1844–1845, livro 4, pp. 2–3; Smith, Biographical Sketches [Esboços Biográficos], pp. 85–86; Knight, Reminiscences [Memórias], p. 1; Joseph Smith—History [Joseph Smith—História], vol. 1, p. 54; Lucy Mack Smith, History [Lucy Mack Smith, História], 1845, p. 88; ver também Jessee, “Joseph Knight’s Recollection of Early Mormon History” [Recordações de Joseph Knight dos Primórdios da História Mórmon], p. 31.

  32. Smith, Biographical Sketches [Esboços Biográficos], p. 86.