2016
A Natureza Divina da Igreja do Senhor

Até Voltarmos a Nos Encontrar

A Natureza Divina da Igreja DE CRISTO

Extraído de “Não Tosquenejará Nem Dormirá”, A Liahona, julho de 1983, p. 7. A pontuação e o uso de maiúsculas foram padronizados.

Deus está tecendo Sua tapeçaria de acordo com Seu próprio projeto grandioso.

Tapestry

Fotografia: Mary Ouzounian, gentilmente cedida pelo Museu de História da Igreja

A natureza divina da organização deste trabalho e dos chamados para liderança é evidente. As Autoridades Gerais têm características individuais, cada qual com sua própria personalidade. Cada um deles traz para suas responsabilidades uma ampla gama de experiência e formação. Ao serem debatidos assuntos nos conselhos dirigentes da Igreja, cada um deles tem liberdade de expor seus pontos de vista. Ao observar esse interessante processo em ação, é fascinante testemunhar o poder do Espírito Santo influenciando esses homens. As divergências iniciais, nunca marcantes, porém perceptíveis, amenizam-se e fundem-se numa expressão de unanimidade. “Minha casa é uma casa de ordem”, afirmou o Senhor (ver D&C 132:8). Ao testemunhar esse processo em ação, sinto uma constante renovação da fé. (…)

Alguns se preocupam com o fato de que o Presidente da Igreja será, provavelmente, sempre um homem mais velho, ao que respondo: “Que grande bênção!” A obra em curso nesta dispensação foi posta em marcha inicialmente por intermédio do Profeta Joseph Smith. Na época, ele era jovem e vigoroso, alguém cuja mente não estava presa às tradições de seus dias. Tinha uma mente jovem que o Senhor podia moldar como argila fresca e úmida ao iniciar Seu trabalho.

O sucessor de Joseph era relativamente jovem quando se viu diante da terrível responsabilidade de liderar todo um povo através do deserto para colonizar uma nova terra como pioneiros.

Mas os pontos básicos de nossa doutrina estão agora bem estabelecidos e estamos firmemente fundados como povo, ao menos até que o Senhor ordene nova mudança. Não precisamos de inovação. Precisamos de devoção no cumprimento de princípios proferidos por Deus. Precisamos de lealdade a nosso líder, a quem Deus designou. Ele é nosso profeta, nosso vidente e revelador. Nunca ficaremos sem um profeta se formos dignos de tê-lo. Ele não precisa ser jovem. Ele dispõe e continuará dispondo de homens mais jovens para viajarem pelo mundo a serviço do ministério. Ele é o sumo sacerdote presidente, o receptáculo de todas as chaves do santo sacerdócio e a voz de revelação de Deus ao Seu povo.

Há um antigo provérbio que diz: “Juventude para ação. Idade para sabedoria”.

A meu ver, é profundamente confortador saber que no futuro previsível teremos um Presidente que foi disciplinado e treinado, provado e testado, cuja fidelidade à obra e integridade na causa foram temperadas na forja da prestação de serviço, cuja fé amadureceu e cuja intimidade com Deus foi cultivada durante muitos anos. (…)

Não precisamos temer o futuro se nos apegarmos aos princípios revelados.