Capítulo 33: Filhos: A Mais Rica de Todas as Alegrias Terrenas

"Capítulo 33: Filhos: A Mais Rica de Todas as Alegrias Terrenas," Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph F. Smith, (1998)


Da Vida de Joseph F. Smith

Oamor do Presidente Joseph F. Smith pelo evangelho mesclava-se a seu amor cristão pelas crianças: seus próprios filhos e todas as crianças.“A mais rica de todas as minhas alegrias terrenas são meus filhos queridos”, disse ele.“Graças a Deus!” 1

Charles W. Nibley, Bispo Presidente da Igreja, disse o seguinte a respeito do Presidente Joseph F. Smith:“Seu amor pelas criancinhas não tinha limites. Em [uma viagem] pelas colônias ao sul de St. George (…), quando grupos de criancinhas desfilaram perante ele,era maravilhoso ver como ele adorava aqueles pequeninos. Era meu dever cuidar para que o grupo partisse a tempo de chegar à colônia seguinte no horário previsto, onde multidões nos aguardavam, mas era uma tarefa difícil tirá-lo do meio das criancinhas. Ele queria apertar a mão de todas e conversar com cada uma delas. (…)

Fiz uma visita à sua casa,quando um de seus filhos estava doente.Vi-o voltar à noite do trabalho, cansado, como naturalmente devia estar, mesmo assim ele ainda conseguiu caminhar de um lado para o outro por muitas horas carregando seu filhinho no colo, (…) amando-o, encorajando-o de todas as maneiras possíveis, com imensa ternura e grande compaixão e amor na alma”. 2

“Ele demonstrou grande ternura e amor por sua grande e honrada família. Em sua última mensagem para seus filhos, em 10 de novembro de 1918, os mais afetuosos sentimentos de seu coração foram expressos com as seguintes palavras:‘Quando olho em volta e vejo meus filhos e filhas que o Senhor me concedeu e a quem consegui, com Sua ajuda, dar uma vida toleravelmente confortável e pelo menos respeitável neste mundo,encontro o tesouro de minha vida, toda a riqueza que faz valer a pena viver.’”. 3

Ensinamentos de Joseph F. Smith

Ensinar aos filhos o evangelho de Jesus Cristo por preceito e pelo exemplo.

Um homem e uma mulher que aceitaram o evangelho de Jesus Cristo e começaram uma vida juntos devem ser capazes, por seu poder, exemplo e influência, de fazer com que seus filhos procurem seguir seus passos, vivendo uma vida de virtude, honra e integridade para com o reino de Deus, que redundará em seu próprio benefício e salvação. Ninguém pode aconselhar meus filhos com maior sinceridade e empenho do que eu mesmo. Ninguém tem mais interesse no bem-estar de meus próprios filhos do que eu. Não posso ser feliz sem eles. Eles são parte de mim. São meus; Deus os deu para mim, e quero que sejam humildes e obedientes às exigências do evangelho. Quero que façam o certo e sejam justos em todos os aspectos, de modo que sejam dignos da distinção que o Senhor lhes concedeu de serem contados entre o povo do convênio,que é um povo escolhido acima de todos os outros,porque fizeram sacrifícios para sua própria salvação na verdade. 4

Foi-nos dito que “os filhos são herança do Senhor”; o salmista diz-nos que eles também são “seu galardão”. [Salmos 127:3] Se os filhos forem impedidos de receber os direitos que herdaram, como o Senhor terá “seu galardão”? Eles não são fonte de fraqueza e pobreza para a vida familiar, pois trazem com eles certas bênçãos divinas que propiciam a prosperidade no lar e no país.“Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade.Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava”. [Salmos 127:4–5] 5

Somos um povo cristão, cremos no Senhor Jesus Cristo e sentimos que é nosso dever reconhecê-Lo como nosso Salvador e Redentor. Ensinem isso a seus filhos. Ensinem a eles que o Profeta Joseph Smith restaurou para Ele o Sacerdócio que Pedro,Tiago e João possuíam, os quais foram ordenados pelas mãos do próprio Salvador. Ensinem-lhes que Joseph Smith, o profeta, quando era apenas um menino, foi escolhido e chamado por Deus para estabelecer o alicerce da Igreja de Cristo no mundo, para restaurar o santo Sacerdócio e as ordenanças do evangelho, que são necessárias para tornar os homens dignos de entrar no reino do céu. Ensinem seus filhos a respeitarem seus semelhantes. Ensinem seus filhos a respeitarem seu bispo e os mestres que visitam sua casa para ensiná-los. Ensinem seus filhos a respeitarem os idosos e enfermos.Ensinem seus filhos a venerar e honrar a lembrança de seus pais, e a ajudar os desamparados e necessitados. Ensinem seus filhos, como vocês próprios foram ensinados, a honrar o Sacerdócio que possuem, o Sacerdócio que possuem como élderes em Israel.

Ensinem seus filhos a honrarem a si mesmos, ensinem seus filhos a honrarem o princípio de presidência, por meio do qual as organizações são mantidas e pelo qual são preservadas a capacidade e o poder de promover o bem-estar, a felicidade e a edificação do povo. Ensinem seus filhos que quando forem para a escola devem honrar seus professores em tudo o que seja verdadeiro e honesto, em tudo o que seja relacionado à verdadeira masculinidade e feminilidade, e que seja digno. (…) Ensinem seus filhos a honrarem a lei de Deus, a lei do estado e a lei de seu país. 6

Lemos no livro de Doutrina e Convênios que é exigido dos pais que ensinem seus filhos “a compreender a doutrina do arrependimento, da fé em Cristo, o Filho do Deus vivo, e do batismo e do dom do Espírito Santo pela imposição de mãos, quando tiverem oito anos”.“E também ensinarão seus filhos a orar e a andar em retidão perante o Senhor.” E se os pais deixarem de fazer isso, e os filhos se perderem e afastarem-se da verdade, então o Senhor disse que o pecado recairá sobre a cabeça dos pais. [D&C 68:25, 28] Que coisa terrível é imaginar um pai que ama seus filhos de todo o coração ser considerado responsável perante Deus por ter negligenciado aqueles que ele amou de modo tão carinhoso, a ponto de eles terem se afastado da verdade e terem se tornado párias. Os pais terão que prestar contas pelo afastamento dos filhos e serão considerados responsáveis por sua apostasia e trevas. (…)

Se eu for considerado digno de entrar no reino de Deus, quero que meus filhos estejam lá;e planejo entrar no reino de meu Deus.

Tenho essa meta e me proponho, com a ajuda do Senhor e por meio da humildade e da obediência, concluir minha missão nesta Terra e ser leal a Deus todos os meus dias. Decidi essas coisas e estou convencido de que, com a ajuda de Deus, não fracassarei. Portanto, quero meus filhos comigo. Quero que minha família me acompanhe, de modo que para onde quer que eu vá, eles possam ir também e compartilhem toda a exaltação que eu receber. 7

Os pais têm grande influência sobre os filhos: (…) embora não percebamos a influência ou o peso de nosso exemplo, garantolhes que muitas vezes certas ações que consideramos insignificantes causam danos a nossos semelhantes ou filhos por causa da influência que têm sobre eles. (…) Mas vemos pais e mães darem um mau exemplo perante os filhos em questões que eles próprios condenam e admoestam os filhos a não cometerem. O comportamento incoerente dos pais tem a tendência de embotar a sensibilidade dos filhos e conduzi-los para fora do caminho da vida e salvação, porque se os pais ensinarem aos filhos princípios que eles próprios não colocam em prática, esses ensinamentos provavelmente não terão muito peso ou efeito, a não ser para o mal.

Não consideramos e ponderamos essas coisas da maneira que deveríamos. O que uma criança, quando começar a refletir, irá pensar de seu pai ou mãe que professa crer que a Palavra de Sabedoria faz parte do evangelho de Jesus Cristo, e foi dada por revelação, mas que a transgride todos os dias de sua vida? Ela crescerá acreditando que seu pai ou mãe é hipócrita e não tem fé no evangelho. Aqueles que agem assim estão assumindo uma responsabilidade terrível. Não podemos ser incoerentes em nosso comportamento nem nos seria possível ser fiéis demais no cumprimento de nossas promessas. 8

Devemos criar nossos filhos com amor e bondade.

Nossos filhos serão exatamente o que fizermos com que sejam. Eles nascem sem conhecimento nem entendimento, as mais indefesas criaturas da criação animal nascidas neste mundo. O pequenino começa a aprender depois de nascer, e tudo o que ele sabe depende muito de seu ambiente, das influências sob as quais foi criado, a bondade com que é tratado, os nobres exemplos que lhe são dados, a santa influência de seu pai e sua mãe, ou o contrário, que influenciam sua mente infantil. E em grande parte ele se tornará o que seu ambiente, seus pais e professores lhe ensinarem.

(…) Grande parte depende da influência sob a qual [a criança] é criada.Vocês observarão que a mais potente influência na mente de uma criança para persuadi-la a aprender, a progredir ou a realizar qualquer coisa é a influência do amor. O amor não fingido pode realizar mais pelo bem na criação de uma criança do que qualquer outra influência à qual ela venha a ser exposta. Uma criança que não possa ser conquistada pelo chicote ou subjugada pela violência pode ser controlada em um instante pela afeição e simpatia não fingidas.Sei que isso é verdade,e esse princípio é eficaz em todas as situações de vida. (…) Governem seus filhos não pelas emoções, com palavras rudes ou ralhos, mas demonstrando afeição e conquistando sua confiança. 9

Se vocês conseguirem apenas convencer seus filhos de que os amam, de que dedicam sua alma em favor deles para seu bem, de que são seus verdadeiros amigos, eles, por sua vez, confiarão em vocês e os amarão e procurarão fazer o que dizem e atender a seus desejos com amor. Mas se vocês forem egoístas e rudes, e se eles não tiverem a confiança de que vocês lhes dedicam sua total afeição, eles serão egoístas e não se importarão em agradá-los ou em atender a seus desejos, e o resultado será que se desviarão do caminho e se tornarão insensatos e desleixados. 10

Irmãos e irmãs (…), peço-lhes que ensinem e controlem com amor e paciência até que conquistem. Se seus filhos forem rebeldes e de difícil controle,sejam pacientes com eles até que os conquistem pelo amor, e terão ganhado a alma deles e poderão moldar seu caráter da maneira que desejarem. 11

Não deixem que seus filhos se desviem do caminho.

Que Deus não permita que haja ninguém entre nós que seja tão insensatamente indulgente, tão desleixado e com tão pouco afeto por seus filhos que não ouse repreendê-los quando estiverem saindo do caminho, fazendo coisas erradas e dedicando um amor insensato pelas coisas do mundo, mais do que pelas coisas da retidão, por medo de ofendê-los. Quero dizer-lhes o seguinte: Algumas pessoas passaram a ter uma confiança de tal modo ilimitada nos filhos que não acreditam ser possível que se desviem do caminho ou que façam coisas erradas. Não acreditam que eles possam fazer coisas erradas, porque têm tamanha confiança neles. O resultado é que os filhos ficam livres, pela manhã, à tarde e à noite, para freqüentar todo tipo de entretenimento e diversão, freqüentemente na companhia de pessoas que não conhecem e que não compreendem. Alguns de nossos filhos são tão inocentes que não suspeitam do mal e, portanto, se tornam despreocupados e acabam se enredando nas armadilhas do mal. 12

O que estamos fazendo em nosso lar para ensinar nossos filhos, para iluminá-los? Que incentivo lhes damos para que tornem o lar seu lugar de diversão, um lugar em que possam convidar seus amigos para estudo ou entretenimento? (…) Vocês se interessam pessoalmente por eles e por seus assuntos? Estamos proporcionando a eles o conhecimento físico,o alimento mental, o exercício sadio e a purificação espiritual que permitirão que tenham um corpo forte e puro, que sejam cidadãos inteligentes e honrados e santos dos últimos dias fiéis e leais?

(…) Podemos dar a nossos filhos e filhas algum tempo para recreação e diversão e tomar algumas providências no lar para satisfazer seu desejo por recreação física e mental adequada, a que toda criança tem direito e que há de procurar nas ruas ou em lugares impróprios, se não for proporcionada no lar. 13

O caráter e a variedade de nossas diversões têm muito a ver com o bem-estar e caráter de nossos jovens para que sejam protegidos com o maior dos zelos para a preservação da moral e força da juventude de Sião.

Em primeiro lugar, não deve haver excesso; e os jovens devem ser desencorajados a entregar-se ao espírito e frivolidade do excesso de hilaridade. (…) Eles devem ser educados a apreciar cada vez mais as diversões de caráter social e intelectual. Festas no lar, concertos que desenvolvam os talentos dos jovens e diversões públicas que unam tanto os jovens quanto os adultos são preferíveis. (…)

Em segundo lugar, nossas diversões devem estar em harmonia com nosso espírito religioso de fraternidade e nossa devoção religiosa. (…) A questão das diversões é de grande importância para o bem-estar dos santos, para a qual as autoridades presidentes de todas as alas devem dar a mais cuidadosa atenção e consideração.

Em terceiro lugar, nossas diversões devem interferir o mínimo possível com os deveres da escola.É desejável que a educação básica de nossos jovens seja efetuada com o mínimo de interrupção possível. (…)

Por fim, é temeroso notar que em muitos lares os pais abandonem todas as regras para respeitar a diversão dos filhos e os deixem livres para procurar diversão onde e quando quiserem. Os pais nunca devem perder o controle sobre as diversões dos filhos durante sua juventude e devem ser escrupulosamente cuidadosos a respeito das companhias de seus jovens nos lugares de divertimento. 14

Ensinem a seus filhos o valor da paciência e do trabalho.

É dever dos pais ensinar os princípios do evangelho a seus filhos e ensiná-los a serem ajuizados e trabalhadores em sua juventude. Eles devem ser educados desde o berço até quando deixarem a casa paterna para formar seu próprio lar e assumir os deveres da vida, para que haja o plantio e a colheita, e o que o homem possa colher o que plantou. Plantar sementes ruins na juventude não resultará em nada melhor do que o vício, e o plantio de sementes de indolência inevitavelmente resultará em pobreza e falta de estabilidade financeira na velhice. O mal gera o mal, e o bem produz o bem. (…)

Que os pais em Sião dêem aos filhos algo para fazer de modo que possam adquirir habilidades para o trabalho e preparar-se para cumprir responsabilidades quando estas lhes forem impostas. Eduquem-nos em alguma vocação útil para assegurar-lhes um meio de sustento quando a vida começar para eles próprios.Lembrem-se de que o Senhor disse:“O ocioso não comerá o pão do trabalhador”, mas todos em Sião devem ser trabalhadores. [Ver D&C 42:42.] Tampouco serão dados a risos escandalosos, conversas levianas e tolas, orgulho mundano e desejos de cobiça, porque essas coisas não são apenas impróprias, mas são pecados graves à vista do Senhor. 15

O trabalho é a chave da verdadeira felicidade do ser espiritual e físico. Mesmo que um homem possua milhões, seus filhos ainda assim devem ser ensinados a trabalhar com as próprias mãos; os meninos e as meninas devem receber um treinamento no lar que os prepare para lidar com os assuntos práticos e diários da vida em família. 16

É muito gratificante para os pais serem capazes de atender aos desejos de seus filhos, mas é sem dúvida uma crueldade dar ao filho tudo o que ele pede. É sensato negarmos algumas coisas aos filhos, mesmo que elas não causem nenhum dano. Freqüentemente nossos prazeres dependem mais da qualidade de nosso desejo do que da satisfação dos mesmos. Uma criança pode ser coberta de presentes que não lhe dão nenhum prazer, simplesmente por não ter o desejo de ganhá-los. Portanto, a educação de nossos desejos é algo de extrema importância para a nossa felicidade na vida. (…)

A maneira de Deus de educar nossos desejos é, evidentemente, sempre a mais perfeita, e se aqueles que têm a capacidade de educar e dirigir os desejos dos filhos imitarem Seu modo prudente de agir, seus filhos serão muito mais afortunados em combater as dificuldades que acometem todo homem na luta pela sobrevivência. E qual é a maneira de Deus? Em toda parte na natureza aprendemos as lições da paciência e da espera. Queremos as coisas por muito tempo antes de alcançá-las. E o fato de as querermos por muito tempo as tornam mais preciosas quando as recebemos. Na natureza temos nossa época de plantio e de colheita; e se os filhos forem ensinados que o desejo que plantam pode ser colhido mais tarde por meio da paciência e do trabalho, eles aprenderão a dar mais valor sempre que um objetivo almejado for alcançado. 17

Acima de tudo, eduquemos nossos filhos nos princípios do evangelho de nosso Salvador, para que eles conheçam a verdade e andem na luz que ele concede a todos os que o recebem.“Aquele que cedo me buscar”, disse o Senhor,“achar-me-á e não será abandonado”. [D&C 88:83] Convém-nos, portanto, começar cedo na vida a trilhar o caminho estreito e apertado que conduz à salvação eterna. 18

Sugestões para Estudo

  • De que modo os filhos que foram confiados a nossos cuidados são “herança do Senhor” e “seu galardão”? (Salmos 127:3) Que bênçãos divinas trazem os filhos “que propiciam a prosperidade no lar e no país”?

  • Por que os pais precisam ensinar seus filhos a crerem no Senhor Jesus Cristo? Que outras doutrinas e princípios importantes devem ser ensinados aos filhos? (Ver também Mosias 4:1415; D&C 68:25–28.) Como podemos ensinar-lhes essas coisas?

  • Quais podem ser os resultados de deixarmos de ensinar os princípios do evangelho a nossos filhos?

  • Por que é importante que os pais sejam unidos e coerentes ao ensinar seus filhos? Por que é importante que dêem um exemplo que seja condizente com o que ensinam?

  • Por que o amor “é a mais potente influência na mente de uma criança”? De que maneira os pais podem conquistar a confiança de seus filhos? Quais podem ser as conseqüências de tratarmos os filhos de modo “egoísta e rude”?

  • O que significa sermos “insensatamente indulgentes” ao criar um filho? Quais são os perigos de sermos insensatamente indulgentes para com nossos filhos?

  • Qual é “a maneira de Deus de educar” e dirigir Seus filhos? Como podemos seguir Seu exemplo em nossa família?

  • Como vocês podem seguir o conselho do Presidente Smith de estabelecer diretrizes para os entretenimentos da família? Como os filhos podem ser ensinados a esforçarem-se para alcançar objetivos dignos com “paciência e trabalho”?

Exibir Referências

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    1.  Life of Joseph F. Smith (A Vida de Joseph F. Smith), comp. Joseph Fielding Smith (1938), p. 449.

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    2. Charles W. Nibley, “Reminiscences” (Reminiscências), Gospel Doctrine, 5ª ed. (1939), p. 523.

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    3. Citado em Edward H.Anderson, “Last of the Old School of Veteran Leaders” (O Último Líder da Antiga Escola de Veteranos), Gospel Doctrine, pp. 539–540.

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    4.  Gospel Doctrine, p. 278.

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    5.  Gospel Doctrine, p. 289.

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    6.  Gospel Doctrine, p. 293; parágrafos acrescentados.

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    7.  Deseret News: Semi-Weekly, 28 de junho de 1898, p. 1; parágrafos acrescentados.

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    8.  Deseret News: Semi-Weekly, 3 de janeiro de 1871, p. 2; parágrafos acrescentados.

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    9.  Gospel Doctrine, pp. 294–295; parágrafos alterados.

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    10.  Gospel Doctrine, p. 389.

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    11.  Gospel Doctrine, p. 295.

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    12.  Gospel Doctrine, p. 286.

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    13.  Gospel Doctrine, pp. 318–319.

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    14.  Gospel Doctrine, p. 321.

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    15.  Gospel Doctrine, pp. 295–296.

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    16.  Gospel Doctrine, p. 527.

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    17.  Gospel Doctrine, pp. 297–298.

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    18.  Gospel Doctrine, p. 296.