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Viver o evangelho

Os nefitas lamentam e depois se vangloriam.

06/12/24 | 1 min ler
Quão depressa eles (e nós) nos esquecemos!

Às vezes, depois de uma grande mudança, boa ou ruim, esquecemos como era a vida anteriormente. E isso pode ser arriscado.

Por exemplo, no sexto ano do governo dos juízes, o povo nefita se sentia “grandemente aflito (…) pela perda de seus rebanhos e manadas” durante uma recente guerra (Alma 4:2). Percebendo que sua perda se devia em grande parte à iniquidade, eles se arrependeram. O Senhor começou a abençoá-los novamente quase que de imediato.

Mas depois, veja o que aconteceu.

Apenas dois anos depois, “o povo da igreja começou a tornar-se orgulhoso, (…) por causa de (…) seus muitos rebanhos e manadas” (Alma 4:6, grifo nosso). Bastaram dois anos para que as pessoas deixassem de se humilhar com a perda de suas propriedades e passassem a se gabar do tamanho de suas propriedades.

Como puderam esquecer tão rapidamente?

Antes que sejamos muito críticos, pensemos nas vezes em que o Senhor já tentou nos ensinar algo — ou nos abençoou de alguma forma — e imediatamente voltamos a velhos hábitos ou à ingratidão. É preciso esforço para quebrar esse padrão!

Talvez seja por isso que os profetas antigos e modernos nos incentivam a nos lembrar. O presidente Henry B. Eyring, por exemplo, uma vez falou sobre como escrever uma linha em seu diário todos os dias o ajudou a se lembrar do que o Senhor fez por ele.

O que mais poderia ajudar você a se lembrar?

Comece hoje

Você pode começar hoje a anotar as lições espirituais, as bênçãos e as impressões que recebe.
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